Tanto o transporte marítimo como os portos devem ser pensados, não como entidades separadas, mas como componentes
interligados, como duas peças de uma engrenagem" Koji Sekimizu , Secretário-Geral da IMO

quinta-feira, 30 de abril de 2015

"Celebrity Eclipse", em Ponta Delgada



© Copyright fotos: António Simas, S. Miguel.
Navio de cruzeiros, "Celebrity Eclipse", fotografado hoje em Ponta Delgada, pelo amigo, António Simas.
 Nome: CELEBRITY ECLIPSE.
IMO: 9404314.
Indicativo: 9HXC9.
MMSI: 249666000.
Bandeira: Malta.
Porto de Registo: Valletta.
Numero Oficial: 9404314.
Operadores: Royal Caribbean International Cruises Ltd.- Addlestone, Inglaterra, Reino Unido.
Classe: Det Norske Veritas.
Ano de Construção: 2010.
Data de Entregue: 15/04/2010.
Estaleiro: Meyer Werft GmbH- Papenburg, Alemanha. Casco#677.
Comprimento Fora a Fora: 317,20 metros.
Comprimento entre Perpendiculares: 293,58 metros.
Boca Máxima: 36,90 metros.
Pontal: 11,30 metros.
Calado: 8,30 metros.
Arqueação Bruta: 121,878 toneladas.
Arqueação Liquida: 82,363 toneladas.
Porte Bruto: 9,500 toneladas.
Numero de Conves: 17. Numero de Cabines: 1,425. Numero de Camas: 3,013. Numero de Tripulantes: 1,255.     
Potencia de Maquinas: 67,200 kw (91,364 hp), 514,00 rpm. 2 hélices Azimuth, 137,00 rpm.
Velocidade de Serviço: 21,00 nos.
Velocidade Máxima: 24,00 nos.  
Potencia de Thrusters: 9,000 kw (12,237 bhp).

Atlânticoline e MRCC Ponta Delgada, assinam Plano de Cooperação


Ontem foi assinado um Plano de Cooperação entre a empresa publica, Atlânticoline e Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Ponta Delgada,  designado por MRCC Delgada.
A cerimónia decorreu a bordo da corveta, "Jacinto Cândido", tendo a Atlânticoline sido representada pelo Presidente do Conselho de Administração, Eng. João Ponte, e o MRCC Ponta Delgada, pelo seu Diretor, Contra-almirante António Manuel de Carvalho Coelho Cândido.
Os objetivos do Plano de Cooperação são: providenciar o eficaz e atempado estabelecimento de comunicações entre os navios de passageiros, a empresa Atlânticoline e o MRCC Delgada, na eventualidade de ocorrer uma emergência no mar.
Fonte: Facebook/Atlânticoline

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Espectacular- Drone filma descarga no Porto da Praia da Vitória


© Vídeo: YouTube /Canal Ricardo P.
Espectacular vídeo da autoria de, Ricardo Pacheco, que mostra de uma perspectiva totalmente diferente do habitual, a descarga de cereal no Porto da Praia da Vitória. As imagens são referentes à descarga do navio  "ARSLAN I", que mencionamos em anterior post (Aqui).

Governo quer estender ímpeto reformista aos transportes marítimos, afirma Vasco Cordeiro

© Copyright texto e foto: GACS/PC
O Presidente do Governo afirmou ser necessário e desejável incutir um ímpeto reformista nos transportes marítimos, aproveitando o Mar como via de comunicação e como fator potenciador do progresso e desenvolvimento de cada uma das ilhas dos Açores.

À semelhança do verificado com o novo modelo de acessibilidades aéreas à Região já em funcionamento, “é necessário que, sem receios, se possa estender este ímpeto reformista também aos transportes marítimos. Acreditamos que isso é possível e que é desejável”, afirmou Vasco Cordeiro, que falava terça-feira, em Ponta Delgada, na cerimónia comemorativa do 30.º aniversário da empresa Transinsular.

Este processo, segundo Vasco Cordeiro, deve constituir não apenas uma estratégia de valorização do Mar como via de comunicação, mas também um fator potenciador do progresso para afirmar cada uma das ilhas dos Açores como parte integrante do desenvolvimento económico e social da Região.

Na sua intervenção, o Presidente do Governo alertou ainda para a necessidade de se ter, nesta matéria, a noção clara entre aquela que é a componente de objetivos estratégicos e a componente instrumental.

“A possibilidade de, à semelhança do que já está a funcionar nas ilhas do Triângulo, se estender um determinado modelo ou desencadear a discussão sobre a utilidade deste modelo de transporte, enquadra-se no objetivo de engrandecimento da economia que não pode ser confundido com a componente instrumental”, sublinhou Vasco Cordeiro.

Desse ponto de vista, salientou que isso deve ser feito num processo de envolvimento e de parceria, dando nota clara e objetiva do caminho que o Governo propõe para alcançar estes objetivos, sem prescindir do seu papel impulsionador e promotor da mudança e sem “ignorar o contributo e a história daqueles que, ao longo dos anos, fizeram desta aérea a sua atividade”.

O Presidente do Governo alertou, por outro lado, ser essencial que não seja ignorado o contributo que entidades externas à Região e ao País podem dar para que sejam alcançados os objetivos da Região relativamente ao Mar, sendo esse o sentido da participação do Executivo Regional na revisão intercalar da Estratégia da União Europeia sobre os Transportes Marítimos.

“O objetivo é levar a União Europeia a ser consequente com a importância que diz atribuir às Regiões Ultraperiféricas (RUP). Não é possível definir apoios e incentivos para os portos que, noutras partes da União Europeia, estão inseridos nas chamadas Redes Transeuropeias de Transportes e, simultaneamente, deixar de fora os portos das Regiões Ultraperiféricas”, afirmou Vasco Cordeiro.

De acordo com o Presidente do Governo, este é um aspeto em que, de forma particularmente clara, a União Europeia tem de ser consequente com o que diz defender, ou seja, a importância das RUP e a sua integração na estratégia mais global que pretende seguir.

Transportes marítimos: tema sempre actual

© Copyright texto: Eng. José Ribeiro Pinto, Terceira.
Todos nós, Açorianos, temos, ou devíamos ter, a maior admiração e respeito pelo Senhor Gustavo Moura, decano dos nossos jornalistas e, felizmente, uma mente sempre atenta e interventiva sobre os importantes assuntos que se nos colocam.
Dito isto, venho aqui fazer algumas considerações sobre o artigo que o Senhor Gustavo Moura publicou no Diário Insular, sob o título que eu aqui também estou usando, no passado dia 16. 
Diz o nosso amigo que tem lido com interesse os artigos que eu tenho publicado na imprensa regional sobre os transportes marítimos inter-ilhas. Diz, então, que eu defendo um sistema de transportes que sirva de incentivo a um mais intenso comércio interno com a exportação de produtos de cada ilha, o que é verdade. Mas estranha ele que, nos meus artigos e sugestões de alterações, "não tenha eu tido uma única palavra para o serviço que as empresas privadas "Transportes Marítimos Graciosenses" e "Empresa de Lanchas do Pico" estão há bastante tempo a oferecer desde a Horta até à Terceira, num serviço de porta a porta, que, na sua opinião (de Gustavo Moura), pode muito bem servir esse desiderato, um aumento de trocas comerciais entre as ilhas", até porque: "Já teve a oportunidade de, por mais de uma vez, observar o serviço dos navios da "TMG" no pequeno porto da Calheta de São Jorge, podendo constatar a sua eficácia e rapidez e, no que lhe foi possível averiguar, a um preço conveniente". Levanta ainda a suspeita de que eu lá terei as minhas razões para não falar do serviço dessas duas empresas, que ele, "embora leigo na matéria, julga que têm revelado dinamismo e capacidade de iniciativa e oferecido um serviço de qualidade e muita importância, que podemos considerar fiável ... pelo que deveriam ser chamadas a debater o problema, que conhecem como ninguém, da compra de dois ferries pelo Governo Regional".
Caro Senhor Gustavo Moura: Em primeiro lugar tenho que lhe dizer que, em quase todos os artigos que nos últimos dois anos e meio tenho publicado sobre o assunto, referi que o Governo Regional deve envolver todos os actuais operadores: armadores da Cabotagem (Mutualista, Transinsular e Boxlines), armadores do Tráfego Local (Pareces, TMGs, Lanchas do Pico e Mareocidental), Câmaras do Comércio, Transitários, Portos dos Açores, Capitanias, Empresas de Estiva Sindicatos, etc). Sempre o tenho dito, pelo que não é verdadeira a sua afirmação de que "não tenha eu tido uma única palavra para o serviço que as empresas privadas "Transportes Marítimos Graciosenses" e "Empresa de Lanchas do Pico estão há bastante tempo a oferecer...". Ainda no meu último artigo "Os dois ferries e o nosso dinheiro", publicado há duas ou três semanas, dizia eu: "...e o Governo devia também falar com os armadores actualmente instalados no mercado, quer os grandes, quer os do tráfego local, de forma a ajudar a "criar" uma(s) empresa(s) que fizessem a exploração dos vários navios (Continente - Açores e Inter-ilhas)".
De facto, acho que o Governo o deve fazer porque, a haver qualquer alteração no sistema de transportes marítimos, deve envolver e contar com a experiência de todos esses parceiros de forma a ganhar esses contributos e a não os prejudicar indevidamente. Naturalmente, caberá a cada um deles aceitar participar ou não na nova solução. Portanto não só não tenho razões para não falar nesse serviço, como entendo que ele tem sido importante e, por isso, estas empresas devem participar na solução.
Mas, por outro lugar, o Senhor Gustavo Moura diz que estas empresas "estão há bastante tempo a oferecer desde a Horta até à Terceira um serviço de porta a porta que, na sua opinião pode muito bem servir esse desiderato, um aumento de trocas comerciais entre as ilhas".
Caro Senhor: Tanto quanto sei, pelo menos os TMG não fazem nenhum serviço "porta a porta",mas sim cais a cais. Não é muito importante para aquilo que hoje aqui me traz, mas fica o esclarecimento. O que realmente me admira é que venha dizer que o serviço feito por estas empresas pode muito bem servir esse desiderato, um aumento de trocas comerciais entre as ilhas! O Senhor acredita mesmo nisso? Então, porque é que tal aumento não só não se tem vindo a verificar, como até tem diminuído? E, se acredita, porque é que não diz ao Governo que não precisa de comprar ferries? 
Ou será que, com este seu artigo, está precisamente a querer dizer que temos um serviço maravilhoso e barato prestado por estas duas empresas e que não precisamos de nenhuma alternativa (refere aliás a discordância - a palavra é sua - do deputado socialista Comandante Lizuarte Machado quanto à compra dos ferries)?
É que eu proponho que os dois ferries sejam dimensionados de maneira a que possam transportar cargas contribuindo para o desenvolvimento do transporte inter-ilhas e, consequentemente, do desenvolvimento sustentado do comércio interno.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Imagens espectaculares do resgate dos ocupantes do ferry, "Sorrento" (Vídeo)


© Vídeo: Youtube/ Canal Cronica Balear.
Imagens espectaculares do resgate dos ocupantes do ferry, "Sorrento", que se incendiou hoje no mediterrâneo enquanto efectuava a ligação entre Palma de Maiorca e Valência. O ferry, "Sorrento", pertencente à empresa italiana, "Atlantica di Navigazione", sendo operado pela  Trasmediterranea-Acciona.  Transportava 156 pessoas a bordo entre passageiros e tripulantes. Todos foram resgatados, informou em  comunicado a Acciona referindo ainda  que não sabia a causa do fogo .

Navio da empresa Maersk desviado pela marinha iraniana


O porta-contentores, "Maersk Tigris", da empresa Maersk Line, com pavilhão das ilhas Marshall foi hoje desviado junto ao estreito de Ormuz para um porto iraniano pela marinha do Irão, anunciou o Pentágono. Aceder ao artigo completo no Diário Digital /Sapo

Navios de cruzeiro, "Thomson Dream", e, "Aurora", em Ponta Delgada



© Copyright fotos: António Simas, S. Miguel.
Navios de cruzeiro, "Thomson Dream", e, "Aurora", fotografados ontem em Ponta Delgada, pelo amigo, António Simas.
Nome: THOMSON DREAM.
IMO: 8407735.
Indicativo: 9HA2381.
MMSI: 248481000.
Bandeira: Malta.
Porto de Registo: Valletta.
Numero Oficial: 8407735.
Operadores: Thomson Cruises- Swansea, Pais de Gales, Reino Unido.
Classe: Germanischer Lloyd.
Ano de Construção: 1986.
Data de Entregue: 06/05/1986.
Estaleiro: Josef L. Meyer GmbH & Co.- Papenburg, Alemanha. Casco#610.
Comprimento Fora a Fora: 243,20 metros.
Comprimento entre Perpendiculares: 219,25 metros.
Boca Máxima: 29,73 metros.
Pontal: 14,50 metros.
Calado: 7,21 metros.
Altura: 55,18 metros.
Deslocamento: 24,731 toneladas.
Arqueação Bruta: 54,763 toneladas.
Arqueação Liquida: 28,505 toneladas.
Porte Bruto: 5,340 toneladas.
Numero de Convés: 12. 9 para passageiros. Numero de Cabines: 747. Numero de Camas: 1,744. Numero de Tripulantes: 615.  
Potencia de Maquinas: 23,796 kw (32,354 hp), 155,00 rpm. 2 helices CP, 155,00 rpm.
Velocidade de Serviço: 19,00 nos.
Velocidade Máxima: 20,00 nos.
Numero de Caldeiras: 8.
Potencia de Geradores Auxiliares: 10,700 kw.
Potencia de Thrusters: 3,075 kw (4,182 bhp).
Nomes Anteriores: Homeric (1986-1988), Westerdam (1988-2002), e Costa Europa (2002-2010).
Aumentado em 1990 em Papenburg, Alemanha.
Nome: AURORA.
Tipo: Passageiros/Cruzeiro.
IMO: 9169524.
Indicativo: ZCDW9.
MMSI: 310556000.
Bandeira: Bermuda.
Porto de Registo: Hamilton.
Numero Oficial: 902594.
Donos e Operadores: Carnival UK- Southampton, Inglaterra, Reino Unido.
Classe: Lloyd's Register.
Ano de Construção: 2000.
Data de Entregue: 15/04/2000.
Estaleiro: Josef L. Meyer GmbH- Papenburg, Alemanha. Casco#640.
Comprimento Fora a Fora: 270,00 metros.
Comprimento entre Perpendiculares: 242,60 metros.
Boca Máxima: 33,60 metros.
Pontal: 11,50 metros.
Calado: 8,40 metros.
Deslocamento: 43,405 toneladas.
Arqueação Bruta: 76,152 toneladas.
Arqueação Liquida: 40,037 toneladas.
Porte Bruto: 8,486 toneladas.
Numero de Convés: 13. 10 para Passageiros. Numero de Cabines: 939. Numero de Camas: 1,950. Numero de Tripulantes: 936.
Potencia de Maquinas: 56,000 kW (76,136 hp), 514,00 rpm. 2 hélices FP, 140,00 rpm.
Velocidade de Serviço: 24,00 nos.
Potencia de Maquinas Auxiliares: 2,113 kw.
Numero de Caldeiras: 6.
Potencia de Thrusters: 6,000 kw (8,156 bhp).

domingo, 26 de abril de 2015

Açores têm condições únicas para o desenvolvimento de novas tecnologias marítimas, afirma Filipe Porteiro

O Diretor Regional dos Assuntos do Mar afirmou, em Bruxelas, que os Açores têm os "atributos naturais e científicos” necessários para serem uma plataforma de “implementação de projetos de teste e demonstração de tecnologias marítimas, visando os domínios do mar aberto e de profundidade”.

Filipe Porteiro, que falava numa reunião promovida pela Conferência das Regiões Periféricas Marítimas da Europa sobre 'Perspetivas para a Construção Naval, Energias Renováveis Marinhas, Petróleo e Gás', salientou que os Açores têm acolhido projetos que permitem que “equipamentos de tecnologia avançada sejam testados com sucesso”.

Nesse sentido, apontou exemplos como o MOMAR, um observatório que estuda os ecossistemas profundos do campo hidrotermal Lucky Strike, e projetos-piloto de teste e de demonstração de toda a tecnologia para mineração dos maciços polimetálicos que são conhecidos na Região.

“Não é por acaso que os Açores e os seus cenários subaquáticos são escolhidos por vários projetos europeus para testar veículos submarinos autónomos”, frisou Filipe Porteiro, acrescentando que a criação de “uma plataforma marinha tecnológica nos Açores vai permitir o desenvolvimento de novas indústrias marítimas na Europa”.

O Diretor Regional dos Assuntos do Mar destacou ainda a Estratégia de Investigação e Inovação para a Especialização Inteligente (RIS3) para os Açores, que selecionou o Mar como um dos eixos prioritários com o objetivo de “reforçar o papel das ilhas enquanto plataforma internacional para promover o conhecimento em ciências e tecnologias oceânicas, contribuindo para o progresso económico da Região e para a implementação da Estratégia para o Atlântico”.

Na sua intervenção, Filipe Porteiro defendeu que “a Região pode desempenhar um papel central na implementação de uma rede atlântica regional para testar a viabilidade tecnológica e económica de uma frota marítima propulsionada a gás”.

O Diretor Regional dos Assuntos do Mar sustentou que “a adoção comercial desta tecnologia de baixo carbono requer projetos de demonstração independentes”, assegurando que “os Açores dispõem de portos oceânicos que podem acomodar infraestruturas que servirão de base operacional para a frota de médio curso do Atlântico Nordeste, inclusive para navios de pesca de alto mar”.

Durante dois dias decorreram, em Bruxelas, várias reuniões promovidas pela Conferência das Regiões Periféricas Marítimas da Europa, presidida atualmente pelo Presidente do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, com o objetivo de sensibilizar as instituições europeias para a necessidade de se criarem condições para que as indústrias marítima e de energias renováveis marinhas da Europa possam crescer e afirmar as suas vantagens competitivas num mercado globalizado, onde a China, a Coreia do Sul e o Japão lideram.

As regiões do Arco Atlântico e de outras comissões geográficas da Conferência das Regiões Periféricas Marítimas da Europa concertaram as suas posições numa sessão onde estiveram presentes os representantes das direções gerais dos Assuntos Marítimos e das Pescas (DG MARE), do Mercado Interno, Indústria, Empreendedorismo e PME (DG GROW) e da Energia (DG ENER) da Comissão Europeia.
 

GaCS/GM

sábado, 25 de abril de 2015

Estreia do navio de cruzeiros, "Serenissima", no porto da Graciosa



O porto da Graciosa registou hoje a estreia do navio de cruzeiros, "Serenissima", operado pela Noble Caledonia. Este pequeno paquete chegou pela manhã procedente de Ponta Delgada e zarpou pelas 18 horas rumo à ilha das Flores.
 Nome: SERENISSIMA.
Tipo: Passageiros.Cruzeiro.
IMO: 5142657.
Indicativo: J8B4685.
MMSI: 376439000.
Bandeira: Sao Vicente e Granadinas.
Porto de Registo: Kingstown.
Matricula: 11158.
Donos e Operadores: West Wind Ltd.- Split, Croácia.
Classe: Croatian Register of Shipping.
Ano de Construção: 1960.
Estaleiro: AS Trondhjems Mekaniske Verksted- Trondheim, Noruega. Casco#244.
Comprimento Fora a Fora: 87,41 metros.
Comprimento entre Perpendiculares: 79,25 metros.
Boca Máxima: 13,29 metros.
Pontal: 7,35 metros.
Calado: 4,92 metros.
Arqueação Bruta: 2,598 toneladas.
Arqueação Liquida: 829,00 toneladas.
Porte Bruto: 590,00 toneladas.
Numero de Convés: 7. 5 para Passageiros. Numero de Cabines: 57. Numero de Camas: 117. Numero de Tripulantes: 40.
Gruas: 1X 3,00 toneladas. 2X 1,50 toneladas.
Potencia de Maquina: 2,537 kW (3,449 hp), 170,00 rpm. 1 hélice CP, 160,00 rpm.
Velocidade de Serviço: 16,00 nos.
Potencia de Maquinas Auxiliares: 980,00 kw.
Potencia de Geradores Auxiliares: 2,160 kw.
Numero de Thrusters: 1. Potencia Desconhecida.
Nomes Anteriores: Harald Jarl (1960-07/2002), Andrea (07/2002-04/2012).
Pesquisa de dados técnicos: Paulo Peixoto, Boston EUA



"Express Santorini", em Ponta Delgada


© Copyright fotos: António Simas, S. Miguel.
O ferry, "Express Santorini", já se encontra no porto de Ponta Delgada (chegou  dia 23), ficando agora a aguardar o dia 7 de Maio para dar inicio a mais uma operação ferry ao serviço da empresa pública, Atlânticoline. 

Manobras militares no porto da Graciosa no âmbito do Exercício "Açor 15"



© Copyright fotos e vídeo: Emanuel Sousa, Graciosa.
O Comando Operacional dos Açores (COA), promoveu um exercício militar, envolvendo os três ramos das forças-armadas denominado de, "Açor 15", tendo este decorrido nas ilhas, Graciosa, Santa Maria, S. Miguel e Terceira. O referido exercício visou preparar as forças para futuras acções quer sejam do âmbito militar,  da protecção civil ou outras acções de carácter publico.
As fotos e vídeo apresentados dizem respeito ao dia de ontem,  com a intervenção do helicóptero EH-101 Merlin, e da corveta, "Jacinto Cândido".
Artigo relacionado  Exercício "Açor 111" (Ver Aqui).







Estreia do N/M "ARSLAN I" na Praia da Vitória


© Copyright texto e fotos: Cte Rui Carvalho, Praia da Vitória.
 Fotos referentes à estreia do N/M "ARSLAN I" na Praia da Vitória, que escala para descarga de 2.725 toneladas de sêmea de trigo oriunda do porto de Amesterdão para os recebedores TERCEIRENSE RAÇÕES e UNICOL. Este pequeno navio costeiro com nome de Sultão, transporta gravado no seu costado o legado de Kilij Arslan I, herói da primeira cruzada, chamada de popular, a qual derrotou. Um pouco de ousadia, para quem navega em mares de infiéis...
Nome: ARSLAN 1.
Tipo: Carga Geral.
IMO: 9050620.
Indicativo: V2QP2.
MMSI: 305685000.
Bandeira: Antigua e Barbuda.
Porto de Registo: Saint John's.
Número Oficial: 3155.
Donos e Operadores: Burak Schiffahrts GmbH & Co. KG- Flensburg, Alemanha.
Classe: Germanischer Lloyd.
Ano de Construção: 1993.
Estaleiro: Brand Werft GmbH & Co. KG- Oldenburg, Alemanha. Casco#232.
Comprimento Fora a Fora: 85,33 metros.
Boca: 12,60 metros.
Calado: 5,18 metros.
Arqueação Bruta: 2,400 toneladas.
Porte Bruto: 3,039 toneladas.
Numero de Tripulantes: 13.
Potência de Máquina: 2,450 kW (3,331 hp), 1,000 rpm. 1 hélice FP, 192,00 rpm.
Velocidade de Serviço: 13,00 nos.
Potência de Geradores Auxiliares: 1,000 kw.
Potência de Thruster: 180,00 kW(245,00 bhp).
Nomes Anteriores: Tainui (1993-02/2001), Amica (02/2001-11/2010), Ostsee (11/2010-06/2013).
Pesquisa de dados técnicos: Paulo Peixoto, Boston EUA.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Governo dos Açores participa na revisão da Estratégia da União Europeia para os Transportes Marítimos

© Copyright foto: Cte Rui Carvalho, Praia da Vitória.
O Governo dos Açores transmitiu à Comissão Europeia a sua posição sobre a revisão intercalar da Estratégia da União Europeia sobre Transportes Marítimos,  no âmbito de um processo de consulta pública que decorreu até 22 de abril, defendendo a necessidade de se “assumir plenamente” o Atlântico como fronteira marítima ocidental da UE.

No documento enviado a Bruxelas, o Executivo açoriano considera ser necessário “conferir o merecido destaque à dimensão atlântica e insular da União, impondo-se, por isso, assumir plenamente o Atlântico como fronteira marítima ocidental da União Europeia”, nomeadamente através de uma região, como os Açores, que “possui uma posição geoestratégica no Atlântico de primeira porta de entrada do continente europeu”.

O Governo Regional recordou o caráter ultraperiférico do arquipélago, consagrado no Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, salientando que “o transporte marítimo entre as nove ilhas da Região Autónoma dos Açores e entre a Região e o exterior é fundamental para o desenvolvimento económico e social das várias ilhas, promovendo o comércio, a indústria, gerando emprego e garantindo, consequentemente, o bem-estar das populações”.

Nesse sentido, defende que, “de forma a conferir aos portos destas regiões um tratamento análogo àquele de que beneficiam os que estão incluídos na rede global das RTE-T (redes transeuropeias de transportes), deveria considerar-se a criação de um programa específico destinado a apoiar a cabotagem insular e o transporte marítimo interilhas”.

Entre as várias propostas que o Governo dos Açores enviou à Comissão Europeia está a criação de uma Rede de Escolas Europeias das Profissões do Mar e de um Observatório Europeu do Emprego e Profissões do Mar, a implementação, nos Açores, de um Centro de Segurança Marítima e de um Observatório Costeiro, bem como de um laboratório para o estudo dos efeitos das alterações climáticas, que “habilitariam a União com uma vigilância marítima adequada à área do Atlântico”.

No domínio do aumento e melhoria dos serviços marítimos, o Executivo destacou a importância de se criar no arquipélago um terminal internacional de transbordo de contentores, num sistema inovador do tipo ‘Hub-and-Spoke’, que contribuiria para descongestionar o tráfego terrestre nos portos europeus e norte-americanos, dado que o acesso a esses portos passaria a ser efetuado através da utilização de navios porta-contentores de médio porte, com maior agilidade operacional em comparação com os designados ‘mega carriers’, de grandes dimensões.

Relativamente às ações ou iniciativas a tomar para promover combustíveis alternativos para os navios, o Governo dos Açores propôs que fosse incentivada a criação de uma rede contínua de infraestruturas para combustíveis alternativos na União Europeia, frisando que “os Açores assumem-se como a única região europeia com uma posição privilegiada para se constituir como uma plataforma de abastecimento de gás natural para o transporte marítimo entre a UE e os EUA”, pelo que se deveria “assumir como estratégico e prioritário para a União Europeia a aprovação e desenvolvimento do projeto apresentado pela Portos dos Açores, no âmbito do Projeto COSTA - CO2 & Ship Transport Emissions Abatement by LNG”.

A revisão da Estratégia em vigor, apresentada em 2009 e que fixa os objetivos estratégicos e recomendações para a política comunitária de transporte marítimo no horizonte de 2018, deverá incidir sobre aspetos como o transporte marítimo europeu em mercados globalizados, os recursos humanos, a qualidade do transporte, o transporte marítimo de curta distância e a investigação e inovação no setor.

O Governo dos Açores, dada a importância dos transportes marítimos para o desenvolvimento do arquipélago, continuará a acompanhar, com proximidade, este processo de revisão que a Comissão Europeia espera ver concluído em 2018.
 

© Texto: GaCS/SRTT/SsRPRE

Três navios de cruzeiro, em Ponta Delgada



© Copyright fotos: António Simas, S. Miguel.
Pesquisa de dados técnicos: Paulo Peixoto, Boston EUA.
Ontem foi "Dia de S. Vapor", no porto de Ponta Delgada, com a presença dos imponentes navios de cruzeiro, "Amsterdam", e "Regal Princess" e do pequenito, "Serenissima". Fotos como habitualmente excelentes da autoria do amigo, António Simas.
 Nome: REGAL PRINCESS.
Tipo: Passageiros/Cruzeiro.
IMO: 9584724.
Indicativo: ZCEK6.
MMSI: 310674000.
Bandeira: Bermuda.
Porto de Registo: Hamilton.
Donos e Operadores: Princess Cruise Lines Ltd.- Valencia, CA, EUA.
Classe: Lloyd's Register.
Ano de Construção: 2014.
Data de Entregue: 15/05/2014.
Data de Viagem Inaugural: 20/05/2014.
Estaleiro: Fincantieri- Monfalcone, Italia. Casco#6224,
Comprimento Fora a Fora: 330,00 metros.
Comprimento entre Perpendiculares: 306,00 metros.
Boca Máxima: 38,41 metros.
Pontal: 11,35 metros.
Calado: 8,57 metros.
Altura: 66,00 metros.
Deslocamento: 70,834 toneladas.
Arqueação Bruta: 142,714 toneladas.
Arqueação Liquida: 116,807 toneladas.
Porte Bruto: 12,193 toneladas.
Numero de Convés: 19. Numero de Cabines: 1,780. Numero de Camas: 3,604. Numero de Tripulantes: 1,346.
Potencia de Maquinas: 62,400 kW (84,838 hp), 600,00 rpm. 2 helices FP, 133,00 rpm.
Velocidade de Serviço: 22,00 nos.
Potencia de Maquina Auxiliar: 1,785 kw.
Numero de Caldeiras: 2.
Potencia de Thrusters: 15,000 kw (20,394 bhp).

Nome: SERENISSIMA.
Tipo: Passageiros.Cruzeiro.
IMO: 5142657.
Indicativo: J8B4685.
MMSI: 376439000.
Bandeira: Sao Vicente e Granadinas.
Porto de Registo: Kingstown.
Matricula: 11158.
Donos e Operadores: West Wind Ltd.- Split, Croácia.
Classe: Croatian Register of Shipping.
Ano de Construção: 1960.
Estaleiro: AS Trondhjems Mekaniske Verksted- Trondheim, Noruega. Casco#244.
Comprimento Fora a Fora: 87,41 metros.
Comprimento entre Perpendiculares: 79,25 metros.
Boca Máxima: 13,29 metros.
Pontal: 7,35 metros.
Calado: 4,92 metros.
Arqueação Bruta: 2,598 toneladas.
Arqueação Liquida: 829,00 toneladas.
Porte Bruto: 590,00 toneladas.
Numero de Convés: 7. 5 para Passageiros. Numero de Cabines: 57. Numero de Camas: 117. Numero de Tripulantes: 40.
Gruas: 1X 3,00 toneladas. 2X 1,50 toneladas.
Potencia de Maquina: 2,537 kW (3,449 hp), 170,00 rpm. 1 hélice CP, 160,00 rpm.
Velocidade de Serviço: 16,00 nos.
Potencia de Maquinas Auxiliares: 980,00 kw.
Potencia de Geradores Auxiliares: 2,160 kw.
Numero de Thrusters: 1. Potencia Desconhecida.
Nomes Anteriores: Harald Jarl (1960-07/2002), Andrea (07/2002-04/2012).
 Nome: AMSTERDAM.
Tipo: Passageiros/Cruzeiro.
IMO: 9188037.
Indicativo: PBAD.
MMSI: 244370000.
Bandeira: Holanda.
Porto de Registo: Roterdao.
Matricula: 39153.
Donos e Operadores: Holland America Line NV- Seattle, WA, EUA.
Classe: Lloyd's Register.
Ano de Construção: 2000.
Data de Entregue: 28/09/2000.
Data de Entrada ao Activo: 30/10/2000.
Estaleiro: Fincantieri- Veneza, Italia. Casco#6052.
Comprimento Fora a Fora: 237,83 metros.
Comprimento entre Perpendiculares: 202,75 metros.
Boca Máxima: 32,28 metros.
Pontal: 11,00 metros.
Calado: 8,11 metros.
Deslocamento: 33,991 toneladas.
Arqueação Bruta: 62,735 toneladas.
Arqueação Liquida: 31,639 toneladas.
Porte Bruto: 7,327 toneladas.
Numero de Convés: 12. Numero de Cabines: 690. Numero de Camas: 1,738. Numero de Tripulantes: 642.
Potencia de Maquinas: 55,216 kW (75,072 hp), 514,00 rpm. 2 helices Azimuth, 160,00 rpm.
Velocidade de Serviço: 21,00 nos.
Velocidade Máxima: 24,50 nos.
Potencia de Maquinas Auxiliares: 1,210 kw.
Numero de Caldeiras: 7.
Potencia de Gerador Auxiliar: 1,200 kw.
Potencia de Thrusters: 3,800 kw (5,166 bhp).

SSHLV, "Fjord", carregando 26 rebocadores em Singapura


© Vídeo: YouTube / Canal Tommy Chia - Aerial Photographer
Vídeo do semi-submersível, "Fjord", carregando de 26 rebocadores comprados pela Brumby Shipholdings  em Singapura. Filmado pela tripulação do Studio 8 Pte Ltd. 

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Estreia do paquete, "Voyager", na Praia da Vitória


© Copyright texto fotos: Cte Rui Carvalho, Terceira.
Registo fotográfico da estreia há muito esperada do paquete "VOYAGER" no porto da Praia da Vitória. Num dia em que o sol espreitou calorosamente por detrás das nuvens, recebemos 473 turistas maioritariamente britânicos e 199 tripulantes de variadas nacionalidades, aos quais apresentamos o melhor que a nossa ilha oferece, esperamos que tenham apreciado. Bem vindos e que regressem em breve.
Nome: VOYAGER.
Tipo: Passageiros/Cruzeiro.
IMO: 8709573.
Indicativo: C6WC2.
MMSI: 309695000.
Bandeira: Bahamas.
Porto de Registo: Nassau.
Matrícula: 8001348.
Operadores: Voyages of Discovery Ltd.- West Sussex, Inglaterra, Reino Unido.
Classe: Det Norske Veritas.
Ano de Construção: 1990.
Data de Entrega: 27/10/1990.
Estaleiro: Union Naval de Levante SA- Valência, Espanha. Casco#185.
Comprimento Fora a Fora: 152,50 metros.
Comprimento entre Perpendiculares: 125,49 metros.
Boca Máxima: 20,60 metros.
Pontal: 7,10 metros.
Calado: 5,82 metros.
Altura: 38,20 metros.
Arqueação Bruta: 15,396 toneladas.
Arqueação Líquida: 5,817 toneladas.
Porte Bruto: 1,384 toneladas.
Número de Convés: 12, 7 para Passageiros. Número de Cabines: 265. Número de Camas: 556. Número de Tripulantes: 214.
Potência de Máquinas: 13,232 kW (17,992 hp), 750,00 rpm. 2 hélices CP, 170,00 rpm.
Velocidade de Serviço: 18,80 nos.
Velocidade Máxima: 21,00 nos.
Potência de Máquinas Auxiliares: 5,300 kw.
Potência de Geradores Auxiliares: 5,650 kw.
Potência de Thrusters: 860,00 kw (1,170 bhp).
Nomes Anteriores: Crown Monarch (1990-09/1994), Nautican (09/1994-05/1996), Walrus (05/1996-04/2007), Jules Verne (04/2007-03/2008), Alexander von Humboldt II (03/2008-05/2008), Alexander Von Humboldt (05/2008-09/2012).
Pesquisa de dados técnicos: Paulo Peixoto, Boston EUA.


MSV "Nordica", em Ponta Delgada




© Copyright fotos: António Simas, S. Miguel.
Navio, "Nordica", fotografado ontem no porto de Ponta Delgada pelo amigo, António Simas. O MSV (multipurpose icebreaker and platform supply vessel) "Nordica", foi construído em 1994 pelos estaleiros, Finnyards,  Rauma, Finlândia e é operado pela Arctia Offshore.
Nome: NORDICA.
Tipo: Navio Quebra-Gelo.
IMO: 9056985.
Indicativo: OJAE.
MMSI: 230275000.
Bandeira: Finlândia.
Porto de Registo: Helsínquia.
Numero Oficial: 11698.
Donos e Operadores: Arctia Offshore Oy- Espoo, Finlandia.
Classe: Det Norske Veritas.
Ano de Construção: 1994.
Estaleiro: Finnyards Oy- Rauma, Finlândia. Casco#402.
Comprimento Fora a Fora: 116,00 metros.
Boca: 26,00 metros.
Calado: 8,40 metros.
Arqueação Bruta: 9,088 toneladas.
Porte Bruto: 4,870 toneladas.
Numero de Passageiros: 48. Numero de Tripulantes: 27.
Gruas: 1X 160,00 toneladas.
Tracção Fixa: 230,00 toneladas.
Potencia de Maquinas: 22,960 kW (31,216 hp). 2 hélices Azimuth, 170,00 rpm.
Velocidade de Serviço: 12,00 nos.
Velocidade Máxima: 16,00 nos.
Potencia de Thrusters: 3,300 kw (4,488 bhp).

terça-feira, 21 de abril de 2015

Vianadecon SA remodelou os interiores do, "Express Santorini",





















© Copyright fotos: Rui Minas Agostinho, Lisboa.
Apresentamos uma excelente e alargada reportagem fotográfica da autoria do Amigo, Rui Minas Agostinho, que documenta a recente remodelação de interiores efectuada no ferry, "Express Santorini", pela empresa, Vianadecon SA. Com uma nova imagem interior, o navio prepara-se para dia 7 de Maio dar início a mais uma operação ferry nos Açores ao serviço da empresa pública, Atlânticoline.
História do ferry,  "Express Santorini" 
Dia 12 de Setembro de 1973, nos estaleiros, Dubigeon, ille de Nantes, França, o N/F "Chartres" (casco nº 137), desce a rampa e entra na água pela primeira vez. O, "Chartres" foi encomendado aos estaleiros Dubigeon, pela SNCF (Société Nationale dês Chemins de fer Francais), nasce assim um ferry com a acrescida capacidade de transportar vagões dos caminhos de ferro na ligação entre as margens do Canal da Mancha, as suas origens são uma das razões para a sua robustez, ainda hoje o navio possui os carris dos caminhos de ferro no seu car-deck. De forma simplista este (e outros) foi um dos antecessores do Euro túnel.

O, "Chartres", foi renomeado de,  "Express Santorini" (1993), pertence actualmente à Portucalence Shipping Company, com sede em Piraeus, que o adquiriu recentemente à Hellenic Seaways, sendo gerido pela, Hellenic  Shipping Transportes Lda., estando nos últimos anos durante o Verão a operar nos Açores ao serviço da Atlânticoline. Este ferry têm uma já  longa história (foi entregue à SNCF a 9-1-1974) , e efectuou desde então ligações entre as margens do Canal da Mancha, até ao transporte de tropas para a primeira guerra do Iraque, evacuação de estrangeiros da Líbia,  e claro o serviço na Grécia e Açores.

Se o, "Express Santorini", mantém-se em actividade infelizmente os estaleiros que o viram nascer fecharam em 1987, o primeiro estaleiro naval da família Dubigeon foi criado em 1760 por Julien Dubigeon, carpinteiro de profissão. No final do sec. XVIII, Nantes torna-se o primeiro porto de comercio francês, e isso contribuiu para o desenvolvimento da vila e para a prosperidade dos armadores de Nantes, com o consequente desenvolvimento do transporte marítimo o estaleiro Dubigeon também foi crescendo, tendo transformado-se num nome de destaque na construção naval. Para preservar esse orgulhoso passado histórico, a edilidade recuperou a zona dos Chantiers Dubigeon, criou-se a Maison des hommes et des Thécniques ( uma espécie de museu), e foi também restaurada e adquirida pela edilidade a grua TITAN.
Fontes: Commons Wikimedia;Wikipedia.