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domingo, 29 de abril de 2018

"Bencomo" e "Volcan de Teno", chegando a Santa Cruz de Tenerife



© Copyright fotos: António Saez, Tenerife.
Numa semana em que se dá início à operação ferry sazonal nos Açores, o nosso amigo e editor deste blog, envia-nos imagens do porto de Santa Cruz de Tenerife, Canárias. Dois HSC, o "Bencomo", e o "Volcan de Teno" da Naviera Armas, e da Fred Olsen Express respectivamente, chegando a Santa Cruz.
Lembrando os vários post deste blog sobre o porto de Santa Cruz de Tenerife, e também, sobre o arquipélago da Madeira, chega-se facilmente à conclusão que o nosso atraso nesta área nos Açores é brutal! Infelizmente, continua-se a proteger uns poucos, em detrimento de muitos, adiando o tal mercado interno! 

quinta-feira, 18 de junho de 2015

HSC "Hellenic Wind", nos estaleiros de Astican, Las Palmas

© Copyright fotos: David Perez Rivero, Gran Canária.
HSC "Hellenic Wind",  fotografado nos estaleiros de Astican, em Las  Palmas,  Gran Canária. Relembro que o fast ferry da Hellenic Seaways e operado pela Atlânticoline, encontra-se em reparação devido a um embate num objecto não identificado (Provavelmente uma baleia), ocorrido no dia 10 de junho,  o que originou a danificação do estabilizador da proa. 
Um Agradecimento ao Amigo David Rivero, pela partilha destas imagens com os visitantes deste blog!




domingo, 29 de junho de 2014

Terminal da Fred Olsen, em Santa Cruz de Tenerife










© Copyright fotos: António Saez, Tenerife.
 Estas são algumas fotos de arquivo  referentes ao terminal  da Fred Olsen, em Santa Cruz de Tenerife, da autoria do meu Amigo e co-editor, António Saez. Gosto de apreciar estas imagens, e observar todos os seus pormenores. Como diria o  Sr. Koji Sekimizu , Secretário-Geral da IMO "Tanto o transporte marítimo como os portos devem ser pensados, não como entidades separadas, mas como componentes interligados, como duas peças de uma engrenagem".






segunda-feira, 24 de março de 2014

Substituição dos navios em Hierro.

 Alcántara 2, SC Tenerife Noviembre 2013.
Em novembro passado, Armas começou a linha  Los Cristianos Hierro con o pequeno catamarã Alcántara2 de Austal 1990, alugado a Acciona . Nos últimos meses, verificou-se a fraca capacidade
frete e pouco operativo con "mar gruesa".
  Taburiente en Asticán.
 HSC Alborán llegando a S.C. Tenerife el 16 Marzo 2014.
Armas tem visto a necessidade de alugar o  catamarã Alborán, Incat 1999, do mesma classe que os Olsen, para sutituirlo neste linha, que tem uma subvençãode 18.000.000 € durante um período de
quatro anos.
O HSC Alboran va a começar primeiro entre Los Cristianos Gomera e SC Palma  durante varada em ASTICAN do V.Tijarafe,en sua sustituiçao.
HSC Alcántara 2 volta cobrir as linhas na Península.
Bentago y Alborán en Tenerife.
(©) Copyrights texto y fotos: Antonio Sáez, Tenerife.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Ondas e os HSC

Os catamarans da Olsen prestam um serviço inestimável nas Canárias. De grande regularidade, somente por questões de conforto, deixam de operar alguns poucos dias ao ano: quando as ondas superam os dois metros (2 de "seio"e outros 2 de "crista": 4 mts). Vemos o Bencomo entrando em Santa Cruz de Tenerife com \"mar arbolada\" e forte Vento do S-W.
Normalmente nestas condições não operariam, mas para reduzir os efeitos da greve de controladores aéreos -dias três e quatro de dezembro-, tiveram que continuar ligando as ilhas, realizando uma tarefa essencial.
O efeito negativo na segurança do navio é escasso a estes níveis, mas o conforte do passageiro fica afetado. Movimentos clássicos: verticais "cabeceio" e laterais \"bandazos\" (escora a uma ou outra banda). Os catamarans, têm outro movimento lateral horizontal de deslizamento (similar ao do comboio, mas mais intenso, dependendo da intensidade das ondas). Nas fotos que acompanhamos, se vê que a onda (de não muita altura) entra pela proa. O efeito provocado é que se a onda é pequena os cascos verdadeiros separam a onda, passando o resto sem problemas entre ambos, por baixo do falso casco. Quando superam a altura livre (sequências de popa, duração total sequência 2 seg.), a onda eleva o falso casco, podendo criar uma grande saca de água que sai por popa.
(©) Copyright texto e fotos: Antonio Sáez, Tenerife.

sábado, 9 de novembro de 2013

Navio heavy lift "Danielle", em Las Palmas


Navio heavy lift, "Daniella", da empresa holandesa Jumbo Shipping, atracado em Las Palmas, Gran Canária, dia 26 de Outubro de 2013! Um Agradecimento ao Amigo David Rivero!

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Imagens singulares (Tenerife)

© Copyright foto: António Saez, Tenerife.
 "Transporter" com a plataforma “Noble Hans Deul”, ao fundo a "Southern Cross".
Uma  imagem fantástica, captada pelo Amigo António Saez, em Santa Cruz de Tenerife (Arquivo).

domingo, 18 de agosto de 2013

A história inspiradora do importante papel dos ferrys no desenvolvimento de La Gomera (Canárias)

© Copyright  Captura : Livro de Juan Carlos Diaz Lourenzo.
© Copyright texto: Juan Carlos Diaz Lourenzo./ Blog "De la mar y los barcos"
En aquella época el ferry Benchijigua era algo más que un barco para los gomeros, el “ferre” como le llamaban, porque era el único existente y el primer car-ferry que navegó en Canarias, que redimió a la Isla de su secular aislamiento y supuso para La Gomera el arranque, el punto de inflexión para su actual desarrollo y por ello se puede hablar de La Gomera antes y después del ferry.
Existe un antes y un después en la historia de las comunicaciones marítimas de La Gomera, aspecto que, unos años después se haría extensivo al conjunto del Archipiélago Canario. En el caso que nos ocupa, sin embargo, el punto de partida constituye un hito relevante y está asociado a un nombre, Fred. Olsen; una compañía, Ferry Gomera; un barco, el primer Benchijigua y una fecha, el 8 de julio de 1974 –hoy se cumplen 37 años-, cuatro referentes y una misma identidad para el desarrollo sin precedentes de una isla que, aislada y en medio de penurias de todo tipo, había provocado, entre otras consecuencias, una constante sangría emigratoria desde hacía algo más de dos décadas.
A mediados de 1973 ya se conocía en La Gomera el proyecto con el que Fred. Olsen Sr. había respondido a los planteamientos de las autoridades insulares de la época, entre ellas el presidente del Cabildo, Jaime Vega, quien anteriormente había planteado al almirante Leopoldo Boado, por entonces subsecretario de la Marina Mercante, la posibilidad de mejorar las comunicaciones de la isla con un buque tipo ferry. La respuesta de Boado fue determinante: “Vayan a ver a Fred. Olsen. Seguro que le interesa, pues él es un gomero más”.
© Copyright foto: Lineas Fred Olsen.
 Em 1904 Thomas Olsen, filho do armador norueguês, Fred Olsen, chega pela primeira vez ás Canárias, interessado em conhecer o processo de produção e embarque da fruta, nos navios de seu tio Otto Thoresen. Thomas Olsen viria a ter um papel de extraordinária importância no desenvolvimento da ilha de La Gomera, a sociedade agrícola criada no vale de Benchijigua é um desses exemplos, tendo sido o primeiro a produzir intensivamente o tomate e a banana.
Don Tomás, como era conhecido, morre em 1969, o seu filho Fred Olsen, assume os negócios do pai, em 1973, Fred Olsen que na altura estava em La Gomera, recebe um desafio vindo de um grupo de responsáveis de La Gomera, este, consiste em criar uma linha entre La Gomera, e Los Cristianos. Após lhe ser efectuado o desafio Fred Olsen regressa à Noruega, e encarrega o seu departamento técnico de estudar a viabilidade de um ferry com menos de 900 tons de registo bruto.
Naquele mesmo ano na semana Santa, durante uma reunião com os responsáveis pelo desafio, Fred Olsen, surpreende todos com a aceitação do desafio e logo ali apresenta o projecto. Nascia assim a Ferry Gomera, SA. 
Em 1994, após reestruturação empresarial a Ferry Gomera dá lugar à Lineas Fred Olsen. Hoje  a Fred Olsen, Canárias, assegura várias ligações nas Canárias, tirando também partido de outros negócios associados.


Porto da Graciosa, 15 de Agosto de 2013. Que comparação fazer com a 1ª imagem de S. Sebastian de La Gomera?
Sempre que se fala de ferrys, existe sempre quem diga, que Madeira, Canárias, Baleares, ilhas Gregas, e tantas, tantas outras, não são iguais aos Açores! Que grande conclusão! Nem as 9 ilhas açorianas o são! Mas a necessidade de mobilidade marítima é igual, a necessidade de estabelecer relações sócio-económicas inter-ilhas é igual, seja em maior ou menor quantidade, por isso é que se constroem navios de diferentes dimensões, capacidades e características, por isso é que existem frotas grandes e frotas pequenas. 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Fred Olsen, uma "Ponte" Canária que serve de inspiração






(©) Copyright fotos e vídeos: António Saez, Tenerife.
 Acompanhando este post, publico algumas imagens (actuais) do terminal da Fred Olsen em Santa Cruz de Tenerife, como siempre obtidas pelo Amigo e Co-editor, António Saez.  Os Açores, só teriam a ganhar com um serviço ferry efectuado nos moldes em que se realiza nas nossas ilhas irmãs, Madeira e Porto Santo, e em nuestras hermanas islas Canárias, isto apenas referindo os dois arquipélagos mais próximos!

Sempre que se fala de ferrys, existe sempre quem diga, que Madeira, Canárias, Baleares, ilhas Gregas, e tantas outras, não são iguais aos Açores! Que grande conclusão, nem as 9 ilhas açorianas o são!  Por cá alguns em vez de unir sonham em dividir o arquipélago! Mas a necessidade de mobilidade marítima é igual, a necessidade de estabelecer relações sócio-económicas inter-ilhas é igual, seja em maior ou menor dimensão, por isso é que se constroem navios de diferentes dimensões, capacidades e características, por isso é que existem frotas grandes e frotas pequenas, por isso é que se programam mais ou menos rotações de acordo com as necessidades. 


Em tempos de crise precisamos de coragem e convicção no delinear de uma estratégia que seja uma mais valia sócio-económica para os Açores, aquela imagem com uma "Ponte" ligando Tenerife à Gran Canária, de forma tão simples explica e exemplifica um verdadeiro serviço ferry. À poucos dias fazia uma pequena foto-montagem com uma estrada e um ferry, essa montagem foi inspirada num dos panfletos promocionais do inicio da Ferry Gomera, SA, onde se via um ferry com as duas portas abertas (Popa e ré), e uma estrada ligando La Gomera a Tenerife.


Em 1904, Thomas Olsen, filho do armador norueguês, Fred Olsen, chega pela primeira vez ás Canárias, interessado em conhecer o processo de produção e embarque da fruta, nos navios de seu tio Otto Thoresen. Thomas Olsen viria a ter um papel de extraordinária importância no desenvolvimento da ilha de La Gomera, a sociedade agrícola criada no vale de Benchijigua é um desses exemplos, tendo sido o primeiro a produzir intensivamente o tomate e a banana.

Don Tomás, como era conhecido, morre em 1969, o seu filho Fred Olsen, assume os negócios do pai, em 1973, Fred Olsen que na altura estava em La Gomera, recebe um desafio vindo de um grupo de responsaveís de La Gomera, este, consiste em criar uma linha entre La Gomera, e Los Cristianos. Após lhe ser efectuado o desafio Fred Olsen regressa à Noruega, e encarrega o seu departamento técnico de estudar a viabilidade de um ferry com menos de 900 tons de registo bruto.

Naquele mesmo ano na semana Santa, durante uma reunião com os responsáveis pelo desafio, Fred Olsen, surpreende todos com a aceitação do desafio e logo ali apresenta o projecto. Nascia assim a Ferry Gomera, SA. 
Em 1994, após reestruturação empresarial a Ferry Gomera dá lugar à Lineas Fred Olsen. Hoje  a Fred Olsen, Canárias, assegura várias ligações nas Canárias, tirando também partido de outros negócios associados, como hoteis, campos de golfe, etc. 





O interessante, útil e gratutito, serviço ferry-bus da Fred Olsen.