quinta-feira, 11 de junho de 2015

Atlânticoline efectua viagem extraordinária com o "Express Santorini"

ATLÂNTICOLINE-AVISO

A Atlânticoline informa que o navio Expresso Santorini irá reiniciar a operação hoje, 11 de junho, de acordo com o seguinte horário:

Faial (Horta) – Terceira (Praia da Vitória) – 17h00 (com chegada às 22h)
Terceira (Praia da Vitória) – Graciosa (V.Praia) - 22h30 (com chegada às 01h45)
Graciosa (V.Praia) – Faial (Horta) – 02h15 (com chegada às 05h15)

Dentro em breve, iremos disponibilizar os horários para os dias seguintes.

Mais uma vez a Atlânticoline lamenta o transtorno causado a todos os nossos clientes, apelando a vossa melhor compreensão.
Fonte: Atlânticoline

quarta-feira, 10 de junho de 2015

"Hellenic Wind", embate em objecto e obriga a Atlânticoline a redefinir a operação

© Copyright foto: MM Bettencourt, Graciosa (Arquivo).
Ontem a Atlânticoline, anunciava a paragem do ferry, "Express Santorini", devido a uma avaria, e 
redefinia os horários, tendo para tal recorrido ao fast ferry, "Hellenic Wind". Hoje sensivelmente a meio da viagem do porto da Praia da Vitória para o porto da Graciosa, o navio terá embatido num objecto, provavelmente um cachalote,  e danificado o estabilizador da proa, o que de acordo com as declarações do presidente da Atlânticoline à RTP-Açores, irá originar a ida do navio para Lisboa para posterior reparação. 
Tal facto irá  certamente originar uma redefinição das rotações e dos horários do ferry, "Express Santorini". 
© Copyright foto: Miguel Nóia, Faial

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Governo dos Açores pronuncia-se sobre a revisão do Livro Branco sobre os Transportes

O Governo dos Açores transmitiu à Comissão Europeia a sua posição no âmbito do processo de reavaliação do Livro Branco sobre Transportes, salientando a importância que as questões relativas às acessibilidades assumem nas Regiões Ultraperiféricas.

A posição do Governo dos Açores sobre os progressos alcançados desde que este documento estratégico da União Europeia foi publicado, em 2011, consta de dois contributos enviados a Bruxelas, um a título individual e outro no quadro da Conferência de Presidentes das Regiões Ultraperiféricas (CPRUP).

No quadro desta consulta pública, o Executivo salienta que, nas Regiões Ultraperiféricas (RUP), as questões relativas à acessibilidade constituem um forte entrave ao princípio da livre circulação de pessoas, bens e serviços, com custos adicionais de transação e de transportes.

Nesse sentido, os dois pareceres chamam a atenção das instâncias europeias para a influência destes aspetos na competitividade e desenvolvimento socioeconómico, tanto nos Açores como nas restantes oito Regiões Ultraperiféricas.

O Livro Branco visou estabelecer um roteiro do espaço único dos transportes a nível europeu, com o objetivo de atingir um sistema competitivo e garantir o acesso a recursos de mobilidade seguros, fiáveis e acessíveis, minimizando ainda impactos indesejáveis, como acidentes, poluição e alterações climáticas.

Assim, no contexto regional, o parecer do Governo considera que o transporte nas nove ilhas da Região Autónoma dos Açores e entre a Região e o exterior constitui "um fator fundamental para o desenvolvimento económico e social, aumentando a mobilidade, promovendo o comércio, a indústria, gerando emprego e garantindo, consequentemente, o bem-estar das populações”.

Nesse sentido, salienta que obriga à consideração, pela União Europeia, de aspetos específicos, não lhe podendo ser aplicáveis, da mesma forma, regras concebidas para a dimensão e realidade de um território continental. 

O Governo dos Açores refere que “as políticas e estratégias definidas no Livro Branco, em grande medida, têm custos elevados de implementação, os quais não se coadunam com Regiões Ultraperiféricas como os Açores, com ausência de economias de escala e onde os custos do investimento para concretizar estas políticas não têm o retorno económico esperado” ao mesmo nível dos grandes centros continentais, daí decorrendo, entre as várias propostas endereçadas à Comissão Europeia, a proposta de revisão dos critérios de apoio ao investimento.

A revisão da Estratégia em vigor deverá, assim, incidir sobre aspetos como a redução da dependência energética baseada em combustíveis fósseis, o aumento da atratividade dos sistemas de transporte, a utilização de sistemas de transportes mais eficientes com benefícios para os cidadãos, a redução dos impactos ambientais ao nível das emissões de poluentes, a redução dos níveis de sinistralidade, a melhoria ao nível das infraestruturas rodoviárias, portuárias e aeroportuárias e o aumento dos níveis de segurança na utilização da rede de transportes.

As Regiões Ultraperiféricas pugnam por um aprofundamento da coesão e continuidade territorial na União Europeia, envolvendo-as e alocando-lhes ajudas financeiras para apoiar os custos de transporte que oneram as atividades económicas.

Pretendem ainda a atribuição de apoios financeiros para a promoção do transporte marítimo de passageiros a partir das RUP para o continente europeu e no interior dos seus espaços geográficos e consideram imperativo que seja desenvolvida, em prol das RUP, uma abordagem adaptada, integrada, horizontal e proporcional da política europeia de transportes.

A participação nesta consulta pública, à semelhança do recente contributo para a revisão da Estratégia da UE para os Transportes Marítimos, enquadra-se nos objetivos do XI Governo dos Açores de participação e influência nos debates em curso, a nível europeu, nomeadamente naqueles que se destinam a definir políticas – como a de transportes - onde se impõe um tratamento particular e diferenciado através de medidas específicas por parte da União Europeia.
 

© Copyright texto: GaCS/SRTT/SSRPRE

sábado, 6 de junho de 2015

quinta-feira, 4 de junho de 2015

N/M "Corvo", no porto das Velas - Reportagem fotográfica de Miguel Nóia





© Copyright fotos: Miguel Nóia, Faial.
Obrigado Amigo Miguel Nóia por estas belas imagens!
Apresentamos um excelente conjunto de fotos,  relativas à escala ontem do navio porta-contentores, "Corvo", da empresa Mutualista Açoreana no porto das Velas, ilha de S. Jorge.
Estas imagens foram obtidas numa altura em que se regista a chegada ao porto das Velas, dos equipamentos que serão utilizados na obra  de construção do prolongamento do molhe-cais do Porto das Velas, no montante de € 17.887.000,00 (dezassete milhões, oitocentos e oitenta e sete mil euros), mais IVA, obra que ficará a cargo de um agrupamento constituído pelas empresas Tecnovia Açores - Sociedade de Empreitadas, S.A., Somague Ediçor - Engenharia, S.A. e Marques, S.A., a qual deve ser executada em dois anos.
A empreitada de prolongamento do cais comercial atual e respetivo molhe de proteção, em mais 150 metros, inclui a construção de uma nova gare de passageiros, adjacente à rampa Ro-Ro para navios ferry e o reordenamento dos espaços envolventes, bem como a edificação de um armazém destinado a oficinas e garagem dos equipamentos de movimentação das mercadorias e a instalação de redes técnicas (água, energia elétrica, combate a incêndios e combustíveis), no prolongamento do cais, a par da reabilitação/beneficiação das redes já existentes.
Nome do Navio: CORVO
Data e Hora de Entrada: 24.03.2010 - 08:30
Tipo de Navio: Contentores e Carga Geral
Indicativo de Chamada: CSBH
Número IMO: 9381275
Porto de Registo: Ponta Delgada
Bandeira: Portuguesa
Ano de Construção: 2007
Estaleiro: Viana do Castelo
Comprimento Fora a Fora: 119,80 mts.
Boca Máxima: 20,00 mts.
Porte (Dwt): 9.000 tons.
Arqueação Bruta: 7.064 tons.
Arqueação Líquida: 3.259 tons.
Calado Máximo à Entrada: 7.00 mts.
Potência da Máquina Principal: 6.000 kw.
Potência do BowThruster: 2 x 400 kw.
Armador: Mutualista Açoreana









quarta-feira, 3 de junho de 2015

A Madeira vai ter uma linha ferry com o continente, nos Açores alguns lutam contra os ferrys inter-ilhas

© Copyright foto: Paulo Farinha, Madeira.
 Há bem pouco tempo escrevia um post intitulado, "Na Madeira luta-se por uma linha ferry com o continente, nos Açores alguns lutam contra os ferrys". Pois bem, parece que a luta do nossos amigos madeirenses começa a dar frutos! Recentemente foi anunciado pelo Presidente, Miguel Albuquerque, após reunião com o Primeiro Ministro, Passos Coelho, a abertura em breve de um concurso publico internacional para a ligação marítima ferry entre a Madeira e o continente! Parabéns a todos os que lutaram por esta "estrada"!
Na Madeira  existe um serviço ferry anual com a ilha do Porto Santo há anos, e em breve terá uma ligação ferry com o continente! Muito bem! 
Por cá nos Açores algumas pessoas acham que não precisamos de ferrys, porque na maré baixa passamos com os carros e camiões de uma ilha para a outra, que certos serviços são 5 estrelas, e que o mundo está todo errado! Será mesmo?
© Imagem de autor desconhecido.



τα λέμε σύντομα Cpt Stefanos!


© Copyright fotos: MM Bettencourt, Graciosa.
No dia 30 de Setembro de 2008, o "Express Santorini", estreava-se no porto da Graciosa. Estávamos então na fase final das obras de ampliação e realinhamento do cais. Na operação ferry de 2009 passávamos  a contar  regularmente com a sua presença  durante as operações sazonais da Atlânticoline. As obras então realizadas contribuíram para um aumento da operacionalidade, isso é um facto inegável, mas a excelente manobrabilidade do navio e a perícia do Cte Stefanos, também contribuíram para tal.
Durante estes anos de agradável convivência com a tripulação do, "Express Santorini", ganhei alguns amigos, um deles o Cte Stefanos Papadopoulos, que este ano deixou o comando do navio, depois de 8 anos nos nossos mares! Obrigado, Amigo Stefanos pela sua Amizade, espero vê-lo em breve!






terça-feira, 2 de junho de 2015

Declaração do Secretário Regional do Turismo e Transportes, sobre o acidente ocorrido com o navio “Gilberto Mariano” no Porto de São Roque do Pico

Texto integral da declaração do Secretário Regional do Turismo e Transportes, Vítor Fraga, proferida hoje, na Madalena, na conferência de imprensa sobre o acidente ocorrido com o navio “Gilberto Mariano” no Porto de São Roque do Pico:

“De acordo com o Relatório de Investigação 257-2014 “Gilberto Mariano – 14 de novembro de 2014”, elaborado pelo Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes Marítimos (GPIAM), o acidente ocorrido no Porto de São Roque do Pico deveu-se à ocorrência de um esforço pontual e significativo da tração dos cabos do navio sobre o cabeço derivado de uma solicitação brusca induzida ao navio pela ondulação que se fazia sentir ao longo do cais.

Segundo o GPIAM, o acidente não se ficou a dever a uma única causa, mas sim a um conjunto de fatores, a saber:

- A ausência continuada de manutenção aos equipamentos de amarração implantados no cais;

- A existência de uma fratura parcial no cabeço que comprometeu a sua capacidade de resistência ao esforço de tração exercido pelos cabos durante a parte final da manobra de atracação da popa do navio à rampa;

- O posicionamento incorreto dos cabeços para utilização pelos novos navios “Gilberto Mariano” e “Mestre Simão” que obrigou à utilização do cabeço em causa para a sua amarração e ao uso de cabos de comprimento mais curto que o adequado;

- A exposição à ondulação vinda do alto, a que os navios atracados no cais do porto de S. Roque estão sujeitos, numa janela compreendida entre as direções NNW e E, e que entra no porto correndo ao longo do cais sem que haja amortecimento significativo da energia transportada pelas ondas.

- A utilização pelo “Gilberto Mariano” de cabos sobredimensionados (bitola) no seu esquema de amarração;

- A metodologia que tem de ser adotada pelos navios ferry para atracar à rampa, em particular quando existem já navios de comércio atracados ao cais, que obriga a que a aproximação ao cais se faça em marcha a ré para passar em primeiro lugar os lançantes de popa ao cais de modo a que se possa concluir a manobra em segurança.

Do referido relatório, consta ainda um conjunto de recomendações de âmbito geral, das quais a Portos dos Açores e a Transmaçor já implementaram parte, estando outras em fase de implementação e outras ainda serão implementadas a breve trecho.

Com efeito, antes mesmo de serem conhecidas as recomendações do GPIAM, o Governo dos Açores, tendo por base os resultados das várias peritagens e pareceres solicitados a diversas entidades credenciadas e especializadas, bem como das recomendações da Autoridade Marítima, deu orientações às duas empresas para que fossem implementadas as medidas preventivas e de aumento dos níveis de segurança constantes daquelas peritagens e pareceres, as quais vão ao encontro das recomendações do GPIAM.

Em concreto, as medidas implementadas, em implementação e a implementar são as seguintes:

Medidas implementadas pela Portos dos Açores:

- Substituição de um dos cabeços velhos no cais da antiga gare de passageiros do Porto da Madalena.

- Colocação de defensas suplementares no Porto da Madalena ou sua relocalização.

- Substituição de dois cabeços de 20 toneladas por dois cabeços de 30 toneladas no Terminal Marítimo João Quaresma.

- Relocalização de todos os cabeços de amarração da ponte-cais do Terminal Marítimo João Quaresma.

Medidas implementadas pela Transmaçor:

- Alteração do sistema de amarração, ou seja, utilização nos sistemas de amarração de cabos de 44mm de bitola. Atualmente, nas rampas ‘Ro-Ro’ da Madalena e da Horta o navio está a efetuar a amarração com oito cabos, três lançantes à popa, dois lançantes à proa, dois ‘springs’, um à proa e outro à popa, e ainda um través à popa.

- Utilização de dois colaboradores para a amarração no Terminal Marítimo da Madalena;

Medidas a implementar pela Portos dos Açores:

- Implementação de procedimentos de inspeção e manutenção regular dos cabeços de amarração nos portos dos Açores, com periodicidade variável, em função da intensidade de utilização dos mesmos.

Medidas em implementação pela Transmaçor:

- Com vista à preparação de mecanismos que permitam a definição de limites de operacionalidade dos cais, a Transmaçor está a efetuar um registo em todas as viagens efetuadas para avaliar os principais problemas que podem ocorrer durante as manobras de atracação e permanência dos navios aos cais, incluindo a definição das condições meteorológicas limites para a prática de um determinado cais/porto, de modo a aferir quais as formas mais indicadas de realização das manobras e de esquemas de amarração a utilizar.

Medidas a implementar no caso específico do Porto de São Roque do Pico:

- Com vista a permitir o retomar da operação na rampa ‘Ro-Ro’ do referido porto, está ser elaborado um estudo, por uma entidade externa, destinado a quantificar o dimensionamento necessário dos cabeços na referida rampa, nomeadamente quanto à tipologia, capacidade e localização, tendo por base os esquemas de amarração dos navios “Mestre Simão” e “Gilberto Mariano”.

Esse estudo deverá estar concluído em finais de junho ou durante o mês de julho do corrente ano.

- Solicitação ao ISQ de um estudo tendente ao cabal esclarecimento do estado de conservação e propriedades mecânicas de um cabeço de amarração homólogo ao que colapsou no acidente de 14 de novembro de 2014.

- Posteriormente, foi solicitado o alargamento do âmbito desse estudo, no sentido de se realizarem ainda ensaios e análises para avaliar a resistência mecânica do mesmo cabeço, de forma a confirmar a informação existente, constante dos elementos disponíveis do projeto original de construção do Porto de São Roque do Pico (década de 1980).”

Exploração do mar profundo deve ser feita de forma sustentável, afirma Fausto Brito e Abreu


O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia manifestou hoje, na Horta, o interesse do Governo dos Açores em “apoiar estudos de investigação sobre os impactos ambientais da extração de recursos minerais e energéticos em águas profundas”, defendendo que podem servir de base a políticas ambientais relativas à exploração do mar profundo no arquipélago.

Fausto Brito e Abreu falava à margem do seminário 'Para o desenvolvimento de um Plano Estratégico de Gestão Ambiental para a exploração mineral do mar profundo na bacia do Atlântico', uma iniciativa conjunta do IMAR-DOP, da International Seabed Authority (ISA) e do consórcio Managing Impacts of Deep-Sea reSource exploitation (MIDAS).

“Tem particular significado que este evento se realize nos Açores porque reúne os maiores especialistas do mundo na área da avaliação de impactos ambientais relacionados com mineração do mar profundo”, frisou o governante.

Fausto Brito e Abreu salientou que o desenvolvimento da nova economia do mar vai envolver nas próximas décadas a mineração dos fundos do oceano e, por isso, “é preciso garantir a proteção dos recursos genéticos e biológicos nessas áreas marinhas”.

“Temos recursos muito importantes nos nossos fundos submarinos, mas também temos ecossistemas muito vulneráveis que urge proteger”, sustentou o Secretário Regional, acrescentando que “o plano de gestão ambiental que está a ser desenhado servirá para proteger ecossistemas vulneráveis e aproveitar as riquezas que existem nos nossos fundos submarinos”.

O seminário, que se prolonga até quarta-feira, junta cerca de quatro dezenas de cientistas que pretendem reunir e avaliar a informação existente sobre o meio marinho, incluindo a localização de habitats de profundidade sensíveis, e identificar a natureza, a distribuição e a intensidade dos impactos associados à mineração.

Este evento tem ainda como objetivos analisar as leis, as políticas e os regulamentos existentes sobre mineração em mar profundo a nível internacional, regional e nacional, e determinar um 'roteiro' para o desenvolvimento de um Plano de Gestão Ambiental para o Atlântico.
 

© Copyright foto e texto: GaCS/GM

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Navio de cruzeiros nipónico, "Asuka II", estreia-se em Ponta Delgada





© Copyright fotos: António M. Simas, S. Miguel.
Registo fotográfico da autoria, do amigo António Simas, relativo à estreia hoje no porto de Ponta Delgada, do navio de cruzeiros,  ASUKA II da companhia japonesa, NYC Cruises. 
Nome: ASUKA II.
Tipo: Passageiros/Cruzeiro.
IMO: 8806204.
Indicativo: 7JBI.
MMSI: 432545000.
Bandeira: Japão.
Porto de Registo: Yokohama, Kanagawa.
Numero Oficial: 140287.
Operadores: NYK Cruises Co. Ltd.- Toquio, Japão.
Classe: Nippon Kaiji Kyokai.
Ano de Construção: 1990.
Data de Entregue: 21/06/1990.
Estaleiro: Mitsubishi Heavy Industries Ltd.- Nagasaki, Japão. Casco#2100.
Comprimento Fora a Fora: 240,96 metros.
Comprimento entre Perpendiculares: 205,00 metros.
Boca Máxima: 29,84 metros.
Pontal: 13,02 metros.
Calado: 8,00 metros.
Arqueação Bruta: 50,142 toneladas.
Arqueação Liquida: 20,880 toneladas. 
Porte Bruto: 8,642 toneladas.
Numero de Convés: 8. Numero de Cabines: 480. Numero de Camas: 960. Numero de Tripulantes: 545. 
Potencia de Maquinas: 34,560 kW (46,988 hp), 400,00 rpm. 2 hélices CP, 132,00 rpm.
Velocidade de Serviço: 22,00 nos.
Velocidade Máxima: 23,24 nos.     
Numero de Caldeiras: 5.
Potencia de Gerador Auxiliar: 3,000 kw.
Potencia de Thrusters: 2,000 kw (2,720 bhp).
Nome Anterior: Crystal Harmony (06/1990-02/2006).
Pesquisa de dados técnicos: Paulo Peixoto, Boston, EUA.