Tanto o transporte marítimo como os portos devem ser pensados, não como entidades separadas, mas como componentes
interligados, como duas peças de uma engrenagem" Koji Sekimizu , Secretário-Geral da IMO

sábado, 17 de setembro de 2011

N/M "BLUE NOTE" na Praia da Vitória

O 21º navio de aditivos/cereais para rações a escalar o porto da Praia da Vitória no ano de 2011 é o N/M "BLUE NOTE", o qual declara 3.300 toneladas de colza ou couve nabiça para a fábrica da UNICOL. O facto de a belíssima primavera ter permitido a um grande número de lavradores açorianos a oportunidade de efectuar mais um corte de erva nos pastos, atrasando assim a sementeira do milho, originou um dissabor amargo pelo facto de o verão se apresentar extremamente quente e seco com temperaturas médias entre os 25 e 30 graus Celsius. A perda nas plantações de milho são grandes e o inverno não augura nada de bom, por quanto alguns produtores já estão em ruptura alimentar e com o seu gado a necessitar de ajuda. Facto que já aconteceu, com o governo regional a adiantar uma verba que ronda os dois milhões de euros.Esperemos o melhor.
DADOS TÉCNICOS:

Nome: BLUE NOTE
Data e Hora da entrada: 05.09.2011 - 07:00
Indicativo de chamada: V2EU8
Nº IMO: 9491915
Porto de registo: St. John's.
Bandeira: Antígua & Barbuda.
Ano de construção: 2010.
Comprimento f. a f.: 89,96 mts.
Boca máxima: 15,58 mts.
Porte (DWT): 4.750 tons.
Arqueação bruta: 3.845 Mtons.
Arqueação líquida: 1.590 Mtons.
Calado máximo à entrada: 5,90 mts.
Último porto: Roterdão.
Próximo porto: Aguarda Ordens.
Tipo de carga: 3.300 Tons. de Extracto de Couve Nabiça.
Recebedor: UNICOL.
Auxiliar de proa: 250 KW.
Potência da Máquina Principal: 2.040 KW.
Armador: Blue Note.
Agência: Thomé de Castro, Sucrs. Lda. - José Soares.
Nome do Comandante: Oleg Gavrilenko.
Piloto de serviço: Henrique D'Almeida.
(©) Copyrights fotos: Cmdte. Henrique D´Almeida, Praia da Vitória.
(©) Copyrights texto: Cmdte. Rui Carvalho, Praia da Vitória.

2 comentários:

Anónimo disse...

Um belo navio, pena os nossos desgovernantes e quem mais com capital ainda não tenha percebido a rentabilidade que um navio poderá ter...
não entendo, ou custa me a entender o porque de não termos navios nacionais a fazerem este tipo de "carga" para as ilhas, se em tempos mantínhamos desde colónias e etc etc...e hoje em dia nem para nos somos suficientes............


um abraço amigo manuel

Francisco Nunes

Manuel disse...

Amigo Francisco, a resposta está na nossa conversa pelo telemovel, tudo aquilo que falamos contribui para isso.
Um Abraço
Manuel