Tanto o transporte marítimo como os portos devem ser pensados, não como entidades separadas, mas como componentes
interligados, como duas peças de uma engrenagem" Koji Sekimizu , Secretário-Geral da IMO

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

O Gigantesco, "Pieter Schelte"


© Copyright fotos: Allseas.
Em Junho de 2010 o grupo suíço, Allseas, adjudicou a construção do navio, "Pieter Schelte", aos estaleiros sul-coreanos da Daewoo. O "Pieter Schelte", é  catamaran com 382 mts de comprimento, 124 mts de boca, com posicionamento dinâmico (DP),  com capacidade para a instalação/desinstalação de plataformas offshore, e pipeline.
Equipamentos como geradores, propulsores e sistemas de DP, foram encomendados em 2007, o aço de alta resistência para os sistemas de elevação foi encomendado em 2008,  o desenho do casco ficou concluído em Maio de 2010,. Equipamento para os sistemas de elevação e pipeline,  foram encomendados em 2011  e 2012. Mas a sua idealização é mais anterior.
O "Pieter Schelte", terá uma capacidade de elevação de 48.000 tons com o sistema instalado na proa, e de 25.000 tons com o sistema da popa. Sua capacidade de tensão pipeline será de 2.000 tons, suplantando a capacidade do "Solitaire", também da Allseas, e assim superando este como o maior navio pipeline do mundo. O navio encontra-se em viagem da Coreia para a Holanda, mais precisamente com destino ao porto de Roterdão, onde será concluído, nomeadamente com a instalação dos sistemas de elevação. Espera-se que esteja pronto para iniciar as operações offshore  no Verão de 2015.
O navio está equipado com oito geradores a diesel, fornecendo uma potência total instalada de 95 MW, accionando 12 propulsores azimutais de posicionamento dinâmico (DP3) e de propulsão. A velocidade máxima é de 14 nós e tem uma capacidade de alojamento de 571 pessoas em cabines duplas.

Entretanto em  Novembro de 2013, a  Allseas anunciou planos para construir um segundo navio single-lift maior do que o, "Pieter Schelte", a ser entregue em 2020.

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