Tanto o transporte marítimo como os portos devem ser pensados, não como entidades separadas, mas como componentes
interligados, como duas peças de uma engrenagem" Koji Sekimizu , Secretário-Geral da IMO

sábado, 13 de junho de 2015

Comunicado - Atlânticoline (13 Junho)

COMUNICADO
13.06.2015, 20h25
A Atlânticoline informa que continua a decorrer a inspeção ao navio Express Santorini por parte da entidade classificadora do navio. Só após a autorização por parte da entidade classificadora será possível retomar as viagens.
Mais se informa que o navio Hellenic Wind partiu hoje do porto da Praia da Vitória com destino a Las Palmas, Canárias, para ficar em doca seca para que o armador proceda à reparação dos danos provocados pelo incidente ocorrido ao largo da ilha Terceira, quando embateu, no dia 10 de junho, num objeto submerso não identificado.
A Atlânticoline lamenta o transtorno causado e apela à compreensão de todos os clientes e passageiros.
Gabinete de Comunicação da Atlânticoline

3 comentários:

Eduardo Sarmento disse...

O que me faz confusão, até porque ainda não foi explicado, é o porquê de não ter sido articulado e implementado logo após a imobilização dos navios "grandes", um "plano de contingência" que pusesse os novos navios Gilberto Mariano e/ou Mestre Simão a ligar todo o grupo central (um até poderia eventualmente assegurar temporáriamente a ligação SMG-SMA, apesar de não "voar" (nem consumir...) à velocidade a que as "ilhas de cima estão habituadas, ficando os velhinhos mas ainda operacionais "Cruzeiros" (um foi recentemente alvo de longa manutenção, já está no mar, mas não sei se já vistoriado e licenciado para operar e o outro tem estado a operar esporádicamente) a assegurar o canal Faial/Pico e mesmo o triangulo como até há pouco acontecia...

Manuel Bettencourt disse...

Caro Eduardo Sarmento,

Obrigado pelo comentário.

Concordo consigo, julgo que seria uma opção válida, melhor certamente que o impasse actual!

Abraço
Manuel

Manuel Bettencourt disse...

Caro Eduardo Sarmento,

Obrigado pelo comentário.

Concordo consigo, julgo que seria uma opção válida, melhor certamente que o impasse actual!

Abraço
Manuel