Tanto o transporte marítimo como os portos devem ser pensados, não como entidades separadas, mas como componentes
interligados, como duas peças de uma engrenagem" Koji Sekimizu , Secretário-Geral da IMO

sexta-feira, 13 de maio de 2016

HSC "Paraguana I", substitui o HSC "Alkioni"

© Copyright foto: Autor desconhecido.
Fonte/Texto: Atlânticoline.
PARAGUANA I
A Atlânticoline informa que o segundo navio que inicia a sua operação a 9 de junho, será o "Paraguana I" em substituição do Alkioni. Esta alteração surge a pedido do armador e está previsto no cadernos de encargos.
Trate-se de um High Speed Craft, monocasco em aço, com capacidade para 670 passageiros e 147 viaturas e com 95 metros de comprimento.
A velocidade máxima é de 34 nós a 100% MCR, contudo o navio irá operar a uma velocidade de serviço de 22/23 nós por uma questão de poupança de combustível.

4 comentários:

FILIPE MEDINA disse...

https://www.youtube.com/watch?v=rJrzabv3Z6c Ao menos pode se ir fora

Anónimo disse...

Pra quando novos navios?

Anónimo disse...

Quando acabarem as comissoes

Anónimo disse...

Importa saber quantos navios dispõe mais na sua frota a sociedade grega PORTUCALENCE?
Qual o motivo pelo qual o belo, eficaz e recente navio ALKIONI já não é opção?
No contrato estabelecido entre as partes quem é responsável por suportar os custos com combustível?
Qual a relação potencia/consumo destes motores (para não falar do nível de poluição)?
Continuam os decisões com a obsessão ridícula da velocidade?
Convém perceber porque o navio estava parado na Grécia inoperacional? Qual o motivo da não concretização da operação com a Venezuela (motivo da alteração do nome em Dezembro)?
O que entretanto foi feito no sentido de construir barcos de raiz para os Açores no sentido de evitar o recorrente perda de dinheiro publico a troco de negócios no mínimo duvidosos?