Tanto o transporte marítimo como os portos devem ser pensados, não como entidades separadas, mas como componentes
interligados, como duas peças de uma engrenagem" Koji Sekimizu , Secretário-Geral da IMO

terça-feira, 10 de abril de 2012

Viagem até ao porto das Velas no N/M "Lusitânia"




 O nosso Amigo e Colaborador, Miguel Nóia, efectuou uma viagem, no pequeno mas castiço, "Lusitânia", que partiu da Horta e rumou ás Velas, ilha de S. Jorge, na travessia dos mares do triângulo, contemplou  o ponto da mais alto de Portugal, foi saudado pelos golfinhos, cruzou-se com o "Cruzeiro das Ilhas", e lá acabou por chegar ao porto da Velas.
Ai registou mais uma série de interessantes fotos, com destaque para a operação do navio da Empresa de Barcos do Pico, mas também possibilitando observar a construção da rampa ro-ro, que naquele porto parece estar numa fase avançada, tenho esperança que este "pilares" que sustentarão a rampa sejam também sustentáculos de uma nova era no transporte marítimo inter-ilhas. Obrigado Miguel!
(©) Copyright  fotos: Miguel Nóia, Faial.




3 comentários:

Victor disse...

Manuel, seria se calhar interessante discutir-se até que ponto a construção das rampas ro-ro retiram linha de atraque aos respectivos molhes onde são construidos e em que ponto isso prejudica a operação de outros navios nesses mesmos portos. Estou a ver este caso das Velas, mas lembrei-me também do projecto para a Graciosa e depois temos o caso da rampa nas portas do mar e respectiva redução da linha de atraque para ferrys nessa mesma zona. As rampas serão sempre construidas na zona inicial dos molhes é certo onde as profundidades são se calhar mais reduzidas mas mesmo assim... Existem em todos estes portos projectos para ampliação do comprimento do molhe de modo a compensar o espaço perdido? Também podemos falar no caso das Lajes das Flores onde isso foi levado em conta.
Cumprimentos.

Manuel disse...

Amigo Victor, a sua observação tem razão de ser, se com estas rampas mudarmos o sistema actual, para um ferry/porta-contentores, não haveria problema, mas não será assim tão simples.
Repare na Graciosa, sem a rampa tinhamos no interior um navio dos TMG e na parte mais funda o ferry, quando houver rampa temos que trocar e neste caso não sei se implicará por vezes a saída do mais pequeno.
Tem razão muita coisa mudará, quanto à linha de atraque na Graciosa, ficará nos 200 metros se não estou em erro mesmo com a rampa, mas quando houver desenho público faço um post.
Um Abraço,
Manuel

Marcelo Sousa disse...

Boas Manuel
Gostei muito de ver a Joao Vaz Corte Real, para além da beleza da foto, temos ainda a beleza da lancha e belo estado em que esta se encontra.
Abraço
Marcelo Sousa