Tanto o transporte marítimo como os portos devem ser pensados, não como entidades separadas, mas como componentes
interligados, como duas peças de uma engrenagem" Koji Sekimizu , Secretário-Geral da IMO

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

N/M "TRANSATLA​NTIC" na Praia da Vitória


A escala mensal para reabastecimento da Base Americana das Lajes esteve destinada em Agosto a este N/M "TRANSATLANTIC" que tem o seu registo no porto de Nova York. Construído na República Popular da China ostenta pavilhão americano, pergunto-me do que será feito dos estaleiros americanos ou será apenas resultado do mercantilismo selvagem que assola todas nações.
Nome: TRANSATLANTIC
Data e Hora da entrada: 15.08.2012 - 14:00
Indicativo de chamada: WDC2769.
Nº IMO: 9148520.
Porto de registo: Nova York.
Bandeira: Americana.
Ano de construção: 1997.
Comprimento f. a f.: 100,59 mts.
Boca máxima: 16,24 mts.
Porte (DWT): 4.599 tons.
Arqueação bruta: 4.276 Mtons.
Arqueação líquida: 2.129 Mtons.
Calado máximo à entrada: 5,90 mts.
Estaleiro: Wuhu Xianlian Shipbuilding Co. Ltd. - China - Nº W9519.
Último porto: Virginia Beach.
Próximo porto: Georgetown.
Tipo de carga: Contentores e Carga Geral.
Auxiliar de proa: 350 KW.
Potência da Máquina Principal: 3.693 KW.
Armador: TransAtlantic Shipholding II.
Agência: Oceânica. - Marco Mouro.
Nome do Comandante: Sean Kevin McNiff.
Piloto de serviço: Guilherme Bettencourt.
 (©) Copyright texto e fotos: Cmdt Rui Carvalho, Praia da Vitória.

2 comentários:

paulorenato disse...

Amigo Rui Carvalho
Os estaleiros Americanos estao como os Canadianos,vao se safando com algumas encomendas de pequeno porte,todo o resto e entregue aos estaleiros asiaticos,vendem e vivem por metade do preco,todo o mundo critica mas todos vao comprando por la!!
Um abraco
Paulo

Rui Carvalho disse...

Viva amigo Paulo

Quando chega a hora de comprar todos olham para o preço, mas a factura real só chega mais tarde quando a fraca qualidade vem ao de cima.
Mas na hora de comprar o preço é que manda.
Resta esperar que o poder de compra dos chineses suba para perto dos nossos para que haja uma concorrência real e não uma concorrência pelo custo da mão de obra.

Abraço

Rui Carvalho