Tanto o transporte marítimo como os portos devem ser pensados, não como entidades separadas, mas como componentes
interligados, como duas peças de uma engrenagem" Koji Sekimizu , Secretário-Geral da IMO

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Porta-contentores "Mol Comfort", partiu-se em dois!

Copyright foto: PTI Photo
O porta-contenedores "Mol Comfort", da companhia Mol Lines, partiu-se em dois, com 4500 contentores a bordo, informou a Guarda costeira Indiana. O acidente ocorreu a cerca de 200 milhas náuticas da costa do Yemen e a cerca de 840 milhas náuticas do Mumbai. Os 26 tripulantes encontra-se a salvo.
Fonte: Marine Insight ( Página no facebook Aqui)

5 comentários:

Vera Gomes disse...

Eu gostava de entender como um navio com uma capacidade destas parte a meio??
Será falta de manutenção ou excesso de carga?

Manuel disse...

Olá Vera, o nosso amigo Francico é que nos podia dar uma ajuda, mas uma hipótese será uma má distribuição da carga ou melho do peso da carga aliado à ondulação.
Digo eu, mas não sou expert na matéria.
cumprimentos e volte sempre
Manuel

António Barreto disse...

Permitam-me:

Claro que a embarcação não foi construída para as solicitações de esforço que se verificaram, sobretudo às resultantes das ondas, variáveis incontroláveis. Definida a condição de carga, restaria ao Comandante controlar a velocidade e a direção do navio. Porém, a necessidade do cumprimento dos prazos, muitas vezes, sobrepõe-se aos padrões de segurança apropriados.

Fantástico foi terem ficado ambas as partes a flutuar! Devido, claro, a uma muito boa distribuição da "reserva de flutuabilidade", característica de projeto.

cts,
António Barreto

Zippy disse...

Navios como este sofrem muita torção e quanto mais alteroso o mar mais torção. Havia por aí um video no youtube sobre um grande portacontentores em que filmavam um dos corredores interiores de acesso durante a navegação com mar alteroso e dava para ver isso mesmo. Basta haver desgaste da extrutura/má manutenção e outros factores acumulados não só de meteorologia como de má opção de velocidade, direcção em relação à ondulação etc e a desgraça dá-se.

Manuel disse...

Caro António Barreto e Zippy, obrigado pelos vossos comentários, interessantes e que nos ensinam algo mais (pelo menos a mim).
Cumprimentos e voltem sempre
Manuel