Tanto o transporte marítimo como os portos devem ser pensados, não como entidades separadas, mas como componentes
interligados, como duas peças de uma engrenagem" Koji Sekimizu , Secretário-Geral da IMO

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Maersk Line- Entrega do maior porta-contentores do mundo, o "Maersk Mc-Kinney Moller"


Triple-E: Mærsk Mc-Kinney Møller sea trials from Maersk Line on Vimeo.
Yesterday, the first Triple-E, Mærsk Mc-Kinney Møller, was officially handed over to us. Prior to that the vessel went through a number of sea trials. 
Ontem, o primeiro Triple-E, o "Maersk Mc-Kinney Møller", foi oficialmente entregue. Antes  o navio passou por uma série de testes no mar. 
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Fonte e vídeo: Maersk Line.

6 comentários:

Anónimo disse...

Ao menos é um navio novo e nao uma sucata velha como o Santorini que avariou ontem no Pico. Agora resta saber quantas semanas vamos estar sem andar de barco . Portugal no seu melhor .... e viva os nossos governantes .

Manuel disse...

Caro visitante, obrigado pela sua visita e comentário!

Infelizmente os navios novos também tem problemas, embora as probabilidades são menores, ainda à pouco tempo o "Emma Maersk", ficou inoperacional e não será assim tão velho.

Prova disso temos o exemplo de um navio que anda por cá e tem também uma avaria e não é nadinha velho!

Cumprimentos e volte sempre
Manuel

António Barreto disse...

Fabuloso! Seria interessante conhecer os ganhos de competitividade face a um navio médio.

Manuel disse...

Caro António, exactamente, deixo aqui um link para um post que contem um vídeo bem interessante sobre o tema,
http://oportodagraciosa.blogspot.pt/2013/03/maersk-line-opta-pelo-canal-do-suez-em.html

Lendo o seu comentário e vendo o vídeo da Maersk, também gostava de saber responder.

Cumprimentos e volte sempre
Manuel

António Barreto disse...

Consultei. O agravamento dos custos no canal do Panamá tornou mais económica a solução do Suez devido à maior fluidez de tráfego, combinada com o aumento da capacidade de carga.

O que é espantoso é que o agravamento do percurso é tremendo; atlântico, mediterrâneo e parte do pacífico! Talvez 3 vezes superior! O custo unitário do transporte terá reduzido correspondentemente. Provávelmente, a capacidade de carga terá aumentado 5 a 6 vezes face à dos navios que operavam pelo Panamá.

Resta saber se este navio não se tornará obsoleto logo que sejam concluídas as obras de expansão do Canal do Panamá. Mas esta gente não brinca aos navios!

Cumprimentos,
António Barreto

Manuel disse...

Lendo a sua análise, fico a pensar em outra questão, se o "mundo" vai nessa direcção como será possível convencê-los a parar no meio do Atlântico no suposto hub da PVT?

Cumprimentos e volte sempre
Manuel