Tanto o transporte marítimo como os portos devem ser pensados, não como entidades separadas, mas como componentes
interligados, como duas peças de uma engrenagem" Koji Sekimizu , Secretário-Geral da IMO

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Novos ferrys poderão atingir velocidades mais reduzidas do que inicialmente previsto

"Os novos ferrys para transporte de passageiros e veículos entre as Ilhas do Triângulo, poderão ter motores menos potentes e atingir velocidades mais reduzidas do que o que estava inicialmente previsto no concurso lançado pela Atlânticoline.
O novo caderno de encargos do concurso para a construção dos dois 'ferrys' que vão assegurar as ligações marítimas entre as ilhas do Faial, Pico e S. Jorge, reduziu a velocidade máxima dos barcos de 16,5 para 16 nós e a velocidade de serviço de 16 para 14 nós."( In Açoriano Oriental- Artigo Aqui).
Sem querer alongar muito este assunto até porque por vezes dou comigo baralhado, pois não sei para onde vou,  nem a que velocidade vou, deixo uma pergunta aos meus leitores "alguém sabe-me explicar qual a politica para o futuro ferry nos Açores?
Fonte: Jornal Açoriano Oriental.
Imagem: Atlânticoline, SA

7 comentários:

Anónimo disse...

Boas Manuel!

A RTP AÇores diz:

" O primeiro concurso ficou deserto, por isso a Atlânticoline, a empresa pública que gere o transporte marítimo, alterou as regras"

http://ww1.rtp.pt/acores/index.php?t=Atlanticoline-alterou-especificacoes-dos-novos-navios-para-o-grupo-Central.rtp&article=23463&visual=3&layout=10&tm=10&rss=0

A mesma historia de sempre?

Farinha disse...

A política de transportes marítimos nos Açores por navios ferry seja na velocidade ou no transporte de carga rodada, é um verdadeiro imbróglio, muito difícil de decifrar.
Por mim já tinha havido o rolar de cabeças tacanhas , mesquinhas e egoístas, responsáveis pelo atraso dos transportes marítimos através de navios ferry, internamente e exteriormente dos Açores.
Um abraço
Paulo Farinha

Manuel disse...

Boas Amigo, já vi o link da RTPA, basicamente o mesmo que está no AO, isto não tem fim, começamos com 37 metros, já aumentamos para 40, alteramos a velocidade, um estaleiro com prestigio desistiu, parece que temos alguns candidatos.
Entretanto a BTM faz o ante projecto eles que diziam ser os HSC os navios adequados para os Açores
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=265447&lk=srch

Um Abraço,
Manuel

Amigo Paulo, acho que saber qual vai ser o futuro do transporte maritimo ferry, é mais dificil do que adivinhar o euromilhões, até porque assim é o euromilhões de alguns.

Abraço,
Manuel

Anónimo disse...

Já o disse aqui: a primeira tentativa de construção falhou porque o barco projectado não atingia a velocidade prevista. Valeu a "honestidade" do estaleiro que recusou prosseguir com a construção sabendo que a velocidade estava comprometida.
Agora o que se está a acontecer é a prevacer situação semelhante. Isto evidencia, antes de mais, que ninguém acredita naquilo que está a propor.
O transporte marítimo no caso visado por este concurso tem que se lhe diga. A velocidade é um factor importante, mas alguém já fez contas a quanto sairá uma viagem entre o Faial e o Pico? E comparou com o custo actual? Parece-me que se projectam barcos e depois dá-se-lhes uma finalidade. Alguém depois paga a factura. O pior é que esse alguém é o mesmo: o zé povinho.
Acabem com invenções e copiem, ao menos isso, o que é bem feito noutras paragens.

Manuel disse...

Boas, Bem dito acho que tens razão.

Abraço,
Manuel

Tiago R. disse...

Vá longe o mau augúrio, que isto começa a fazer lembrar o processo do Atlântida!
A propósito, também escrevi: http://politica-dura.blogspot.com/2011/10/e-devagar-e-devagar-devagarinho.html

Manuel disse...

Boas Tiago, li o teu post e concordo com ele, nem sei que diga, não sei que faça, não sei que pense, vou seguir o teu conselho e bater também na madeira para ver se resulta.
Abraço,
Manuel