Tanto o transporte marítimo como os portos devem ser pensados, não como entidades separadas, mas como componentes
interligados, como duas peças de uma engrenagem" Koji Sekimizu , Secretário-Geral da IMO

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Esclarecimento da Atlânticoline


ESCLARECIMENTO


Na sequência da notícia hoje emitida no noticiário das 08.30 da Antena 1 Açores, o Conselho de Administração da Atlânticoline entende necessário esclarecer o seguinte:

• É falso que a Atlânticoline esteja hesitante ou sem certezas sobre como proceder quanto à dívida dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, a qual, neste momento, ascende a sete milhões de euros, mais juros.

• Foram já dadas instruções ao gabinete jurídico que colabora com a Atlânticoline para preparar o processo de execução do acordo que não está a ser cumprido pelos Estaleiros navais de Viana do Castelo, incluindo a indicação de bens que possam ser penhorados para satisfação do crédito que a Atlânticoline tem sobre aqueles.

• A entrada deste processo em tribunal está apenas dependente de serem reunidos todos os dados relativos a esses bens e que são relevantes para esse efeito.

• Não há, nem nunca houve, qualquer dúvida, incerteza ou hesitação da parte da Atlânticoline quanto a lançar mão de todos os meios que a lei coloca ao seu dispor para obter o cumprimento desse acordo. Como já afirmámos em ocasiões anteriores, evitar o recurso à penhora de bens, depende apenas dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.

9 comentários:

Ricardo disse...

Se estivesse no lugar dos ENVC entregava-lhes a carcaça do Anticiclone. Assim sempre podiam se entreter a montar.

Quanto ao comentário do post anterior, foi um LOL ao "nervoso" que deseja que os Açorianos morram porque não compraram o navio que provavelmente teve a mão de obra desse senhor.

Abraço

Ricardo

Manuel disse...

Boas Ricardo, já não digo nada, eles que se entendam!

Quanto ao "nervoso", enfim eu também ás vezes apetece-me dizer umas asneiras.

Abraço,
Manuel

Anónimo disse...

Deixa ver se eu entendo:

Uma empresa Publica quer penhorar outra empresa publica!!

Lool

E os palermas que pagam, que somos todos nós, ficamos a comentar na bancada!

Abraço EN

Manuel disse...

Boas Amigo EN, não ficamos a comentar vamos é pagar todas as asneiras que eles fazem, ou melhor já começamos a pagar.
Abraço,
Manuel

Anónimo disse...

Aqui temos mais um exemplo paradigmático das “vantagens” da regionalização.
No momento em que o nosso Portugal estrabucha por causa da asfixia financeira do Estado, das empresas e dos cidadãos em geral;
No momento em que os órgãos do Estado deveriam dar todas as contribuições possíveis, impossíveis e imaginária para a ultrapassagem desta situação tão crítica em que os portugueses se encontram;
No momento em que grande parte das empresas públicas ou de capitais públicos são parte do problema (da dívida do Estado e do país) e deveriam ser parte da solução;
Eis que um navio encomendado pela Região dos Açores (autónoma, pois então!?) a uma empresa pública, os Estaleiros Navais de Viana do Castelo, pelo preço de cerca de 50 milhões de euros, está, há já dois anos, a apodrecer acostado a um dos cais do estaleiro, só porque entre o que foi especificado e o resulltado final existe um diferença mínima na velocidade de ponta do navio.
Resultados:
1. Os Estaleiros Navais de Viana do Castelo estão a arder em cerca de 50 milhões de euros e aumenta, assim, os seus prejuizos de exploração e o seu endividamento crónicos, que o Estado (central, já se vê) terá de cobrir, mais dia menos dia, à custa dos contribuintes, pois claro.

2. O governo (que em relação a este caso se poderia chamar de desgoverno) da Região dos Açores (autónoma, já se vê) irá encomendar um novo navio, que dê mais un nó (uma milha por hora) de velocidade de ponta, se é que não o fez já, mas agora, decerto, a um estaleiro estrangeiro, pois, tanto quanto sei, com o desmantelamente da nossa indústria de construção naval, não há mais nenhum estaleiro português capaz de o construir.

3. O Chavez, da Venezuela, parece que vai ter um navio (em segunda mão, mas não usado) a preço de saldo que, mais dia, menos dia, será pago com os impostos dos portugueses, sendo curioso que a velocidade de ponta real do navio, tal com ele foi construído, sirva aos venezuelanos, mas não aos Açoreanos, reconhecidos nacional e internacionalmente pelas velocidades estonteantes em que estão habituados a viver…

O patriotismo da Região dos Açores (dos seus governantes, está bom de ver) está, assim, demonstrada e, sendo a região “autónoma”, pois claro, pode fazer o que lhe dá na realíssima gana, mesmo sendo o Estado (de que o Governo da Região faz parte) o dono dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.

Como diz um amigo meu, se o Estado fosse uma empresa, o governo da Região já tinha sido despedido…
Depois deste exemplar empenho com a cidadania portuguesa e com esta demonstração de patriotismo de uma Região (autónoma, pois claro) ainda alguém pensará que a regionalização será a salvação nacional?

Manuel disse...

Boas Caro Visitante, Obrigado pela visita e comentário.

O negócio do Atlântida é o espelho do País levado a esta situação porque em parte certas empresas públicas são geridas por "boys" e "girls" sem qualquer conhecimento da matéria e com "elevada" competencia.

De facto faz uma análise que serve de reflexão, pelo meio não sei se de facto o Atlântida vai para a Venezuela e também lhe digo que não se trata apenas de velocidade, sabe que houve mais alterações.

Pode ter toda razão do mundo sobre o governo e desgoverno, agora não percebo aquela da velocidade estonteante da vida dos Açorianos, não percebo esta ofensa.

Pode até pôr em causa o patriotismo de quem quiser, mas voçê atinge gravemente esse patriotismo quando fala com desdem do Povo de uma parte do território nacional ( mesmo que não goste dessa região).

Não recebo lições de Patriotismo de ninguem, muito menos de alguem que o faz anónimamente, sou um cidadão Português que cumpre os seus compromissos para com a nação, também estou a pagar a crise e as asneiras dos Politicos, mas não ando a ofender ninguem, quer sejam do alentejo quer sejam de Lisboa.

Cumprimentos,
Manuel

Anónimo disse...

Não recebe lições de patriotismo mas vem para aqui postar comunicados da empresa Atalnticoline armado em defensor dos açoreanos...

Depois dos recentes escandalos com as regiões autónomas, o que o governo da nação devia fazer era acabar com esse estatuto que apenas contribui para a divisão dos portugueses.

Como contribuinte pagador exijo o FIM dos privilégios de compatriotas que apenas porque escolheram viver numa ilha têem mais direitos do que eu!

Se não estão contentes mudem-se para o continente, há aviões todos os dias sabiam?

Agora chega de mamarem num orçamento que tem filhos e enteados!

Agora publique lá isto se tiver coragem!

Manuel disse...

Caro senhor ou senhora, o que é que um comunicado da Atlãnticoline tem a ver com o meu Patriotismo?

O que aqui lê está em vários orgãos de comunicação social.

Sobre a divisão dos portugueses, foi voçê que veio para aqui ofender os açorianos e eu sou açoriano e com orgulho.

Eu não escolhi onde ia nascer, nasci numa pequena ilha parte do território nacional, sou tão português como qualquer outro que nasce no continente, mesmo que para si seja um "maldito".

Deixo de parte os palavrões a que não respondo, não é habito neste blog contar com comentadores que o façam.

Sobre a coragem de o publicar, aqui está, e já agora acha que pode falar sobre coragem?

Como voçê odeia os Açorianos, acha que são o mal de tudo neste País, aconselho que derija os seus comentários para um blog de Politica que claramente não é o caso deste.

Aqui neste simples blog, faz-se dos navios uma forma de união e amizade, como vejo que a sua intenção é mais insultar, está no blog errado.

Tenha um Bom Domingo e já agora feliz por ter ganho o dia a insultar pessoas que não conhece!

Cumprimentos
Manuel

joao neves disse...

boas manuel
quero só deixar a minha opinão acerca do navio atlantida ,esta situação deu-se devido a uma perfeita falta de competencia por parte dos estaleiros ,sei que quando foi acordado a construção do atlântida ,foi celebrado um acordo .em que em troca de dinheiro os estaleiros se propunham a fazer o que estava nesse acordo ,o que não aconteceu ,primeiro a velocidade de cruzeiro nao foi cumprida,sei que também houve uns problemas com os testes de mar...e modificações e alterações de prazos de entrega tambem...
portanto a vossa velocidade (Anonimo) ...
por isso nao ha cá regionalismos ,se fosse uma empresa estrangeira era a mesma coisa ... um abraço