Tanto o transporte marítimo como os portos devem ser pensados, não como entidades separadas, mas como componentes
interligados, como duas peças de uma engrenagem" Koji Sekimizu , Secretário-Geral da IMO

sábado, 9 de agosto de 2014

Os ferrys e o fomento da economia insular




Transporte de máquinas agrícolas.
"Quinta do Corneta", regressa com o seu conjunto "moto 4/trela", depois de mais uma viagem para distribuição de meloas, em S. Jorge. Saber encontrar as soluções adequadas e mais vantajosas é uma virtude, e demonstração de empreendedorismo.

© Copyright fotos: MM Bettencourt, Graciosa.
Já escrevi  várias vezes neste blog, que entendo que o serviço ferry nos Açores, deve evoluir e tornar-se  uma peça fundamental na criação de um mercado interno. 
Com a utilização das rampas ro-ro nos diversos portos açorianos, entrou-se numa nova fase deste serviço público, e torna-se já habitual ver diferentes tipos de viaturas a embarcar/desembarcar. Algo que em outras paragens é absolutamente normal desde há décadas.
Não entendo (mas respeito),  que todas as criticas a este serviço  sejam direccionadas para o número de passageiros e sua relação com o combustível, ou outra questão qualquer. Entendo que os passageiros devem ser um complemento do serviço, uma vez que estes nunca o sustentarão, até porque se trata claramente de um movimento sazonal. Devemos  sim concentrar-nos naquilo que de mais importante este tipo de serviço pode oferecer ás ilhas, ou seja, a carga rodada e o fomento da economia insular!


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