Tanto o transporte marítimo como os portos devem ser pensados, não como entidades separadas, mas como componentes
interligados, como duas peças de uma engrenagem" Koji Sekimizu , Secretário-Geral da IMO

terça-feira, 26 de maio de 2015

Navio de cruzeiros, "Hanseatic", em Angra do Heroísmo


© Copyright  texto e fotos: João M. Bettencourt Mendonça, Terceira.
 O navio de cruzeiros "Hanseatic", visitou hoje o Porto das Pipas, na cidade de Angra do Heroísmo, ilha Terceira. Pena o dia não estar de feição para estes turistas sortudos, pois tiveram o privilégio de atracar no porto da magnífica cidade património mundial, a única nos Açores e a mais bonita, enquadrada nesta lindíssima baía. Sejam bem-vindos!










3 comentários:

João Bettencourt Mendonça disse...

Bom dia caro amigo Manuel

É com enorme prazer que se regista estes excelentes, mas raros, momentos nesta excelente baía da cidade de Angra.

Estou convencido que os (ainda poucos) navios de cruzeiros que demandam a Terceira ultimamente têm divulgado mais ANGRA – cidade património mundial que a restante atividade turística (também muito pouca) na ilha. É verdade que são poucas as horas de permanência em terra, mas a proporção entre o número de turistas que visita a cidade face ao número de cruzeiros é enorme.

Caso esta magnífica baía fosse dotada de uma estrutura marítima que recebesse navios da classe dos 300m, com possibilidade de atracagem em simultâneo de um ferry e com duas rampas RO-RO, devolveríamos à cidade de Angra – património mundial a sua centralidade e importância marítima de outros tempos, com significativo reflexo na economia da ilha e da Região, pois o futuro das ilhas tem de estar, forçosamente, no mar.

Imagine-se o que seriam atualmente as cidades de Ponta Delgada e Horta sem aquelas duas excelentes obras marítimas que são as suas docas comercias. Estas obras permitiram criar artificialmente duas excelentes baías, tendo sido o principal fator da dinamização comercial e urbana das cidades naquele tempo. Atualmente ainda são o principal fator potenciador da pujança turística, comercial e de desportos do mar dessas mesmas cidades, permitindo que nas suas baías se instalassem marinas e portos de cruzeiro que exponenciam agora esse papel de referência dessas cidades-mar por todo o mundo.

Nos Açores, não há outra possibilidade de potenciação das cidades senão através da projeção marítima.

Talvez Angra ainda tenha esperança!!!

Abraço

F. Henriques disse...

Caro amigo Manuel ao ler o artigo do Sr. João Mendonça recordo aqui a Calheta e comentei que Angra a deixar os TMG para a Praia e os outros navios ficaria igual á Calheta e a prova está á vista as Vilas e Cidades sem o porto a funcionar são o que se está a ver. Abraço

CAP CRÉUS disse...

E dinheiro para dar cabo de mais um porto emblemático?
Tanta pressa na chegada do futuro, da chegada dos Navios de grande porte.
O futuro está no mar, mas não a qualquer preço.
Acho eu...